terça-feira, 29 de novembro de 2005

Zumbi + 10 reúne milhares em Brasília


Eduardo Zanzirolamo *

O dia 16 de novembro ficou marcado, pelo menos em Brasília, pela luta em defesa dos afro-descendentes. A capital federal assistiu à marcha 'Zumbi + 10', que reuniu milhares de pessoas em prol da aprovação imediata do Estatuto da Igualdade Racial.

O Estatuto, de autoria do senador da República Paulo Paim (PT-RS), propiciará aos afro-descendentes direitos nas áreas da educação, saúde, cultura e justiça. Também contempla medidas de combate à discriminação e possibilidades de aumentar a inserção dos cidadãos de etnia negra no mercado de trabalho, além de estabelecer medidas que fortalecem o direito à vida e evitam a marginalização do negro. 

Segundo o senador  Paim, a Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, não declara quaisquer direitos dados aos negros libertos, enquanto o Estatuto é pleno e abrange políticas públicas de combate ao racismo e à exclusão social.

A marcha teve como objetivo pressionar o Congresso para a aprovação imediata do Estatuto. Os militantes ainda reivindicaram mais atenção por parte dos ministros que atuam no governo Lula, principalmente nas áreas de justiça, trabalho e saúde. 

Uma das militantes, moradora da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, Conceição de Jesus Silva, diz que o preconceito no Brasil é velado. "Enquanto um negro precisa estudar muito para encontrar trabalho, um branco semi-analfabeto encontra trabalho com mais facilidade", ressalta.

Algumas mudanças já aconteceram, principalmente em cargos importantes como a Secretaria da Justiça do Estado de São Paulo, que atualmente é dirigida por Édio da Silva. Afro-descendente, ele declara que vem adicionando treinamento nas 14 carreiras das polícias civil e militar. Édio diz que "isso é necessário para que a polícia identifique um suposto criminoso pelo crime e não pela aparência ou etnia".

Os grupos mais prejudicados pelo preconceito no Brasil são as religiões de matriz africana. A yalorixá Maria de Fátima Ferreira diz que as pessoas não entendem o que é o candomblé (religião a qual pertence). "Acham que é coisa do diabo, mas nós somos pacíficos. É por isso que precisamos conter essa forma de pensar e rápido", salienta.

* Aluno do 4° semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 28 de novembro de 2005

Câmara promove palestra sobre gastos públicos

Rodrigo Costa de Souza *

A Câmara de Vereadores de Piracicaba promove no próximo dia 1º de setembro, às 19 horas, no Salão Nobre "Helly de Campos Melges", um seminário sobre o tema "Controle Social dos Gastos Públicos.

O evento, organizado pelos alunos do Curso de Economia da Unimep, terá como atividade principal uma palestra do economista e professor Valdemir Pires, que tem se dedicado à pesquisa sobre este tema nos últimos anos.

Segundo Pires, "o controle social dos gastos públicos é, hoje em dia, um elemento indispensável para o desenvolvimento econômico e para o robustecimento da democracia".

Um dos desafios da gestão pública na atualidade, segundo o economista, é saber como ampliar as possibilidades de atendimento das demandas sociais e evitar gastos exagerados, que terminam ampliando a carga tributária e reduzindo a capacidade de investimento privado. 
         
Para o aluno Marcelo Teixeira Mendes Lino de Oliveira, a escolha do palestrante ocorreu devido a sua vasta experiência no assunto. Durane dez anos de sua carreira de economista, Pires se dedicou ao estudo das finanças públicas.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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II Semana de Economia atinge as expectativas


Samira Moura *

Com a proposta de colocar em prática o conteúdo desenvolvido em sala de aula, a II Semana de Economia do Isca Faculdades atingiu o objetivo. Pelo menos essa é opinião coordenadora do curso de Ciências Economias Érika Osakabe.


Segundo Érika, a idéia de realizar estudos ministrados por conferencistas, através de mini-cursos, foi sugestão dos próprios alunos. "Nos mini-cursos o aluno deixa de ser aluno e se torna um profissional, criando uma relação de profissional palestrante para profissional aluno", diz. "Os mini-cursos aconteceram simultaneamente e possibilitaram a participação de 50 alunos por grupo".

Para iniciar a semana, no dia 23 de agosto os alunos participaram de uma atividade acadêmica desenvolvida pelos docentes do curso, que teve como proposta mostrar as diferentes correntes teóricas.

No segundo dia, foram desenvolvidos os mini-cursos com os temas "Economia de Empresas" e "Agro-negócio e Desenvolvimento Econômico", além do lançamento de dois livros.

Na quinta-feira a proposta foi reunir todos os alunos para a discussão do tema "Mercados de Capitais", palestra realizada por Antonio Carlos Grandi, gerente do Banco do Brasil de Limeira.

Durante os quatro dias de estudos, os participantes conferiram também uma exposição realizada pelos alunos do segundo semestre do curso de Ciências Econômicas. Os painéis comparavam o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil com outros países, além das diferenças de importação e exportação.

Segundo Jocemar Chagas de Moraes, um dos participantes da exposição, o trabalho interdisciplinar foi desenvolvido ainda no primeiro semestre. "A idéia de expor os trabalhos surgiu das professoras Leila e Maria Eliza", explica o aluno.

O encerramento da semana contou com mais três mini-cursos: "Liderança e Gerenciamento", "Comunicação Empresarial" e "Planejamento Estratégico", sendo finalizado com uma festa, organizada pelos estudantes, na boate TNT Club.

* Aluna do 4º semestre de jornalismo

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Konder:'Consciência histórica é vital'



Fernando Garayo *

Em palestra no Isca Faculdades, no último dia 22 de novembro, o jornalista e escritor Rodolfo Konder destacou a importância de se reviver a história política do país.


O jornalista relembrou momentos vividos por ele, e por outros colegas jornalistas durante a repressão militar que o Brasil viveu durante mais de 20 anos, a partir de 1964.

Konder também falou sobre a amizade e a convivência com Vladimir Herzog, cujo assassinato, em 1975, está sendo celebrado este ano. Relatou como ocorreu a tortura nas dependências do DOI-Codi, que acabou levando Herzog ao óbito. Em sua opinião, revisitar a história é fundamental, principalmente para os mais jovens, que hoje em dia vivem aprisionados pelo agora e não planejam o futuro.

"O jovem de hoje não conhece o passado. Não se interessa pelo exame da história", disse Konder.

Para ele, a morte de Vladimir Herzog foi uma fatalidade. Os torturadores, em sua avaliação, não tinham a intenção de assassiná-lo, mas infelizmente ele morreu. A partir daí, ocorreu a simulação de um suicídio, que depois se apurou não passar de uma armação.

A morte de Herzog foi um dos marcos do início da abertura política, promovida a partir do governo Geisel, afirmou o jornalista.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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Revitalização da pediatria obtém êxito

Joyce Galdino *

Foi concluído no dia 11 de novembro o projeto de revitalização da pediatria da Santa Casa de Limeira. Produto de um trabalho de conclusão de curso do Curso de Pedagogia do Isca Faculdades, o trabalho teve como tema "Pedagogo no Hospital".

O projeto foi desenvolvido por alunos do 8º semestre do curso de Pedagogia, em parceria com os departamentos de Terapia Ocupacional e Assistência Social da Santa Casa, sob orientação das professoras Maria Cristina Zaros e Vera Lúcia Pinheiro.

O "Pedagogo no Hospital" proporciona às crianças oportunidades de distração pedagógica no ambiente hospitalar. Desta forma ocorre inclusive uma aceleração em sua recuperação.

Além do tratamento especial que as crianças recebem, elas fazem oficinas para passar o tempo e também como um trabalho pedagógico. Desenvolvem artesanato, mosaicos, dobraduras em papel, pinturas e muitas outras atividades monitoradas pelas as estagiárias.

As mães também interagem com os filhos, proporcionando mais segurança aos mesmos durante o tempo que permanecem no hospital.

O estágio para as alunas Andréia, Giovana, Maristela, Susely, Elita, Giovana e Tatiana, iniciado em 13 de outubro, chegou ao fim, mas as alunas dos próximos semestres anos darão continuidade ao projeto.

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Público prestigia Festival Afro em Limeira

Andréia Carolina Avi *

O 1º Fest-afro (Festival Nacional de MPB) de Limeira dedicado à cultura afro-brasileira foi encerrado domingo, 20 de novembro, no Teatro Vitória. 

O evento contou com atrações especiais como o Coral Thulany e Grupo Pagodeando, que se apresentaram nas semi-finais, realizadas na  sexta-feira e sábado, e quarteto vocal "A 4 VOZES", que se apresentou no domingo, quando foram apresentadas as 14 músicas finalistas. 

Segundo o secretário da Cultura, José Farid Zaine, a expectativa foi totalmente alcançada. "O festival foi um sucesso, o público recebeu muito bem todas as músicas e os músicos também adoraram participar deste evento que é inédito no Brasil", disse. Devido ao sucesso, o festival foi inserido na agenda cultural do município.

Nas semi-finais, que se realizaram na sexta-feira e no sábado, mais de mil pessoas estiveram presentes.

Para o espectador, Sérgio Tadeu Vicentino, foi uma ótima idéia promover um festival com o tema afro. "É muito bom ver este pessoal novo compondo e interpretando belas canções", afirmou.

Na opinião do  expectador Heitor Flávio de Lima, o festival resgata a origem do negro e mostra o quanto ele sofreu e sofre até hoje.

O juiz de Direito, que integrou a mesa de jurados também  falou sobre o preconceito que, segundo ele, ainda é existente no país. "Eventos como este são estimados a exatamente abrir a mentalidade das pessoas", disse. 

Diniz explicou que qualquer evento desta natureza tem o propósito de levantar o debate e colocar para a sociedade aquilo que, muitas vezes, a própria sociedade não vê em razão do preconceito. "Eu me sinto gratificado, pois o nível dos que se apresentaram foi muito bom, elementos de várias partes do Brasil trouxeram uma substância muito importante", completou.

O prefeito Silvio Félix, que participou da entrega dos prêmios, salientou que os festivais de música popular brasileira sempre foram muito generalizados e quando há a oportunidade de especializar em algum tema, existe o benefício de se aprofundar. "Nós fizemos este ano o Festival de Música Ecológica (MEL). Desta vez fizemos o festival de música com o tema afro-brasileiro, que valoriza toda a participação do negro na sociedade e a história da cultura negra", disse.

Após realizar a apresentação da música "Minha raça é brasileira", a autora e intérprete, Simone Carvalho, ressaltou a importância do evento para o município, já que foi finalizado no Dia da Consciência Negra. "Todos nós brasileiros temos a influência direta da cultura afro", explicou.

A artista disse ainda que se sente orgulhosa em participar do Fest-afro, pois teve a oportunidade de divulgar seu trabalho juntamente com a banda.

O evento foi realizado pela Prefeitura de Limeira e Secretaria Municipal da Cultura.


Confira abaixo a relação dos vencedores:

MENÇÃO HONROSA:

Título da Música: Herança
Autor da Letra: Dirceu Clayton Vinco
Autor da Música: Dirceu Clayton Vinco
Intérprete: Isabella Vinco e Banda
Cidade / UF:  Limeira / SP

CONSAGRAÇÃO POPULAR: (prêmio de R$500,00)

Título da Música: Minha raça é brasileira
Autor da Letra: Marcos Lima
Autor da Música: Simone Carvalho
Intérprete: Simone Carvalho e Banda com participação dos alunos do TOK PERCUSSIVO
Cidade / UF: Limeira / SP

MELHOR INTÉRPRETE: (prêmio de R$500,00)

Título da Música: Calangueando
Autor da Letra: João Bá / Pedro Antônio
Autor da Música: Pedro Antônio
Intérprete: Pedro Antônio e Terramérica
Cidade / UF:  São Paulo / SP

MELHOR MÚSICA DE LIMEIRA: (prêmio de R$1.000,00)

Título da Música: Se agora é diferente
Autor da Letra: José Nilson das Neves
Autor da Música: Cristiano Neves de Lima
Intérprete: João Carlos e Cristian
Cidade / UF:  Limeira / SP

5º LUGAR: (prêmio de R$800,00)

Título da Música: América Iorubá
Autor da Letra: Márcio Coelho
Autor da Música: Márcio Coelho
Intérprete: Márcio Coelho e Ana Favaretto
Cidade / UF:  Bonfim Paulista / SP

4º LUGAR: (prêmio de R$1.000,00)

Título da Música: Samba Mistura
Autor da Letra: Paulo Monarco
Autor da Música: Paulo Monarco
Intérprete: Paulo Monarco
Cidade / UF:  Cuiabá / MT

3º LUGAR: (prêmio de R$1.200,00)

Título da Música: Olhos Brancos
Autor da Letra: Claudia Romano
Autor da Música: Raquel Seabra
Intérprete: Claudia Romano
Cidade / UF:  Juiz de Fora / MG

2º LUGAR: (prêmio de R$1.500,00)

Título da Música: Canções Negreiras
Autor da Letra: Tavinho Limma
Autor da Música: Tavinho Limma
Intérprete: Tavinho Limma
Cidade / UF:  Ilha Solteira / SP

1º LUGAR: (prêmio de R$2.500,00)

Título da Música: Saudação
Autor da Letra: Renier e Vera Affonso
Autor da Música: Renier
Intérprete: Renier e Banda
Cidade / UF: Rio de Janeiro / RJ

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Alunos do ISCA elegem nova direção do DA

Rodrigo Cezarin *

Os alunos do Isca Faculdades elegeram, na sexta-feira (11), a nova composição do Diretório Acadêmico (DA) "20 de Maio". A chapa única "União e Compromisso" venceu o pleito com 98% dos votos favoráveis.

A eleição aconteceu durante o intervalo das aulas e mais de 100 alunos compareceram às urnas. A apuração ocorreu logo que as eleições terminaram e os novos membros já foram empossados."Queremos fazer um DA democrático, onde todas as decisões deverão ser aprovadas pela maioria, independente do cargo de cada um", comentou Rafael Mano, novo presidente do diretório e aluno do quarto semestre de Ciências Sociais.Confira a diretoria completa, que será responsável pelo DA até o final de 2006:Presidente: Rafael Mano, quarto semestre de Ciências SociaisVice-presidente: Tiago Ribeiro, quarto semestre de Ciências SociaisPrimeiro secretário: Rodrigo Cezarin, quarto semestre de JornalismoSegunda secretária: Karla Simpionato, segundo semestre de GeografiaPrimeiro tesoureiro: Dalton De Nadai, quarto semestre de EconomiaSegundo Tesoureiro: Tiago Penteado, quarto semestre de JornalismoSuplente: Fernando Garayo, quarto semestre de JornalismoSuplente: Érika Caetano, sexto semestre de Jornalismo
* Aluno do 4º Semestre de Jornalismo

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sábado, 12 de novembro de 2005

Alunas de pedagogia desenvolvem horta comunitária



Viviane Mendes *

Desde o mês de agosto do ano passado, as estudantes Vanessa Zambon Fuzatto e Alessandra Cristina da Silva, do 8º semestre de Pedagogia, vêm elaborando junto à comunidade um projeto de restauração da creche Lar Constante João Ometto, entidade filantrópica, localizada em Iracemápolis.


O processo de restauração do pátio estudantil teve grande colaboração da comunidade. Já na preparação do canteiro as alunas contaram com a ajuda de aproximadamente 100 crianças, com idades entre três a seis anos.

Vera Lúcia Albertini Pinheiro, professora do curso de Pedagogia do Isca, explica que a idéia da horta comunitária surgiu a partir da proposta de estágio estabelecido no 6º semestre do curso. 

A iniciativa prevê que os alunos façam a caracterização de uma unidade escolar e o levantamento das fraquezas existentes. Em seguida, no 7º semestre as alunas atuam para o desenvolvimento do projeto, que é concluido no 8º semestre, como produto final do estágio.

Segundo Vanessa, o objetivo era fazer um trabalho diferenciado do que era de costume em outras instituições. Deste modo, ao invés de fazerem um relatório, optaram em visitar uma escola e apurar suas necessidades. Além disso, as alunas promoveram instruções para uma alimentação saudável e atividades relacionadas ao meio ambiente, onde as crianças puderam também plantar as mudas de hortaliças.

O projeto de transformação de ambientes, além de recuperar um espaço que estava inutilizado, proporcionou a consciência sobre a importância de uma alimentação saudável para as crianças, diz Alessandra. A universitária destaca ainda a importância do desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis pelas crianças de forma prazerosa.

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Acesso ao cinema ainda é restrito no Brasil

Tiago Penteado *

Animação e produção de curtas-metragens. Estes foram os temas principais do segundo dia da Semana de Publicidade e Propaganda do Isca-Faculdades, nesta terça-feira, 8.

Os temas foram apresentados por Maurício Squarizi, membro do Núcleo de Comunicação e Animação de Campinas, que falou sobre a sua experiência na área e o mercado brasileiro de cinema.

Durante a palestra, foi exibida a animação Çuikiri, sobre o Natal numa tribo indígena. A história é parte da cultura da vinda de um "Messias", como o próprio palestrante explicou, para trazer a solução definitiva de todos os problemas que afligem a humanidade. No caso da animação, o que afligia os índios é a destruição de seu habitat, a floresta. O documentário foi produzido em 1991.

Maurício se mostrou otimista em relação à viabilidade do trabalho com curtas no Brasil. "As condições técnicas são ótimas, já que estamos próximos do trabalho realizado pelos norte-americanos", afirmou.

Outro ponto destacado foi a qualidade das histórias. Segundo Maurício, atualmente o público prefere animações e curtas com histórias de conteúdo diferenciado, numa tendência oposta ao que ocorre nos Estados Unidos, cujo padrão é influenciado pelo mercado de entretenimento, o que gera a produção de filmes com muitos efeitos especiais e pouca história.

* Aluno do 4º Semestre de Jornalismo

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Estudante limeirense conhecerá Lula

Eduardo Zanzirolamo *

O jovem Matheus Fernando Sobral Silva, de apenas 11 anos, recebeu a oportunidade de conhecer pessoalmente o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, no próximo dia 24 de novembro. 

A ocasião surgiu através de um concurso realizado pelo Denatran, no qual alunos de 5ª e 6ª séries do ensino fundamental participaram com redações, histórias em quadrinhos, musicas e atividades culturais a nível municipal, estadual e federal.

Matriculado na Escola Antônio de Queirós, em Limeira, Matheus conta que sua tarefa foi escrever uma história em quadrinhos, relatando os problemas de trânsito ocorridos na cidade. "Aqui em Limeira o trânsito é muito complicado, as pessoas não costumam respeitar as sinalizações", diz Matheus.

Felizes com o fato, também estão os professores e a direção da escola. "Isso incentiva os alunos a participarem, mais", afirma Lineide Campos, diretora da escola. Ela acredita que não somente o jovem Matheus possa ter uma oportunidade como essa, mas os outros alunos também, pois todos têm potencial para fazer o mesmo.

Ansioso para o encontro com o presidente, Matheus pedirá a Lula que tenha um olhar mais atencioso para a educação. "Muitas crianças ainda não podem estudar e isso não está certo", reclama o aluno. "Também vou pedir para que ele lembre-se um pouco da cidade de Limeira", completa.

* Aluno do 4 ° semestre de jornalismo

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sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Estudantes fazem radiojornal ao vivo


Wesley Cordaço *

Os alunos do 6º semestre do Curso de Jornalismo estão veiculando, todas as sextas-feiras, ao vivo, o programa "Intervalo", às 20h55.


O programa, de dez minutos, se tornou mais uma opção de informação para os alunos do período noturno do Isca Faculdades, pois é veiculado no intervalo das aulas, através de caixas de som dispostas no pátio da instituição.

Segundo o professor de radiojornalismo Luis Veloso, responsável pelo programa, o objetivo é que os alunos tenham a sensação de produzir em tempo real. "A maioria dos estudantes não possui conhecimento do cotidiano de uma rádio, por isso a iniciativa é importante", afirma.

A seleção das informações, a maioria relacionadas à própria faculdade e de interesse dos estudantes, é feita em reuniões semanais de pauta. A veiculação é feita dos estúdios do Curso de Comunicação e a cada semana um grupo de alunos é responsável pelo programa.

O professor Veloso destaca o caráter pedagógico da proposta, pois com a produção ao vivo, é possível verificar e analisar concretamente os erros cometidos. "Desta forma os alunos podem aprimorar seus conhecimentos a cada nova edição", ressalta.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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terça-feira, 1 de novembro de 2005

SAC de Piracicaba tem novas atrações


Elen Lima *


Com a performance teatral "Carne Crua", do ator e produtor Rodrigo Polla, e música eletrônica sob o comando dos DJs Patrick Domarco e Eraldo Palmero, foi aberto no último dia 21 de outubro, o 37º Salão de Arte Contemporânea (SAC) de Piracicaba. 


Para completar a noite, a cerimônia foi interpretada por Cristina Martins em língua juruna (nativa dos índios brasileiros) e contou também com intérprete de libras (língua brasileira de sinais) por Samantha Camargo Daroque.

Classificado como um dos cinco salões mais importantes do segmento no Brasil, o SAC visa divulgar e valorizar a arte contemporânea.

O evento, promovido pela Pinacoteca Municipal "Miguel Dutra" em parceria com a Secretaria Municipal de Ação Cultural e empresas, reúne 78 obras selecionadas pela Comissão de Seleção e Premiação. A comissão é formada pelos professores José Spaniol (orientador dos cursos de pintura e gravura da Pinacoteca do Estado de São Paulo); Márcio Perigo (da Unicamp) e Marcos Rizolli.

Segundo a coordenadora da mostra, Maria Darcy Longo Libardi, a Secretaria de Ação Cultural nomeou a comissão organizadora formada por Juliana Pavanelli, Danilo Salvego e Flávio Camargo.

O salão recebeu 824 trabalhos de mais de 12 estados e destes, apenas dois piracicabanos foram selecionados. "As expectativas do número de inscrições foi ultrapassada", salienta Darcy.

Além das obras, o SAC apresenta nesta edição um diferencial: paralelamente estão acontecendo intervenções urbanas, realizadas por Gustavo Torrezan, em toda a cidade, performances teatrais, palestras, oficinas em escolas e abertura da exposição "Passa-tempo", da artista Alzira Fragoso, que realiza trabalhos para deficientes visuais.

"Como pedagoga e diretora da Pinacoteca Municipal, eu procuro enfatizar ações educativas para a inclusão dos deficientes nas artes, especialmente crianças", observa Darcy. 

Ela diz que a verba para o evento era zero, e graças às parcerias foi possível atingir os objetivos. 

O SAC ficará aberto para visitação pública até 30 de novembro, no Engenho Central, de segunda à sexta-feira, das 9 às 11 e das 13 às 18 horas, e aos sábados e domingos, das 13 às 18 horas.

 

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Isca implanta curso de Educação Infantil

Fernado Garayo *

Levando em conta a carência de cursos para a formação de professores, o Isca Faculdades esta implantando o Curso Normal Superior, com habilitação em Educação Infantil. A proposta visa formar profissionais que tenham consciência da profissão e da importância do seu papel na atualidade.

O coordenador do curso de Pedagogia, professor Paulo Bretones, destaca a importância de uma escola comprometida com a aprendizagem do aluno, observando que é preciso enfrentar os desafios de fazer formação de professores com qualidade. ?Por formação profissional, entende-se a preparação voltada para o atendimento das demandas de um exercício profissional específico que não seja uma formação genérica e exclusivamente acadêmica?, afirma.

O profissional a ser formado pelo novo curso será preparado para atuar nas séries iniciais do Ensino Fundamental e, segundo Bretones, deve ser um educador competente, crítico, ativo, ético e comprometido com as tarefas da docência.

O professor, segundo Bretones, deverá receber conhecimentos da cultura geral e profissional, sobre crianças, jovens e adultos, a dimensão cultural, social, política e econômica da educação. ?A articulação destes conhecimentos possibilitará a compreensão da ação educativa como um todo?, salienta.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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Leia na íntegra artigo sobre Vlado

Rodrigo Guidi *

Filho único de um casal judeu da Iugoslávia, Vlado conhece muito cedo um regime ditatorial. Foge com seus pais para a Itália, onde ganha o nome de Mário e aprende o italiano para não despertar a suspeita nazista. Zigmund, seu pai, não consegue aprender o idioma e passa por mudo para salvar a vida de sua família. Os ditadores calam o primeiro Herzog.

Vlado chega ao Brasil ainda criança e muda mais uma vez seu nome. Passa a ser Vladimir, que soa um pouco mais brasileiro.

Apaixonado por Sartre e por cinema, estuda Filosofia na USP (talvez Vlado quisesse tentar entender o ser humano). Ainda na faculdade começa sua brilhante, porém curta carreira de jornalista.

Conhece Clarice, com quem se casa e muda-se para a Inglaterra, onde nascem seus dois filhos. Foge novamente, desta vez dos ditadores brasileiros. Lá conhece o telejornalismo e o jornalismo público da BBC; faz curso sobre cinema, sua paixão, e descobre, em Roma, dois dias antes de voltar, que a censura no Brasil está ainda mais forte.

De volta ao país, trabalha na revista Visão. Vlado enxerga longe, sempre enxergou e não demora a pedir ao amigo Rodolfo Konder para ingressar no partido comunista. Vlado odiava a idéia da luta armada contra o regime militar, mas defende que os jornalistas não podem ficar passivos diante dos abusos e do cerceamento da liberdade de expressão, promovidos pelos militares. Vlado é uma pessoa democrata, incapaz de viver sob um regime ditatorial, assim diz sua origem, assim diz Clarice.

Em julho de 1975, Vlado assume a direção de telejornalismo da TV Cultura e então começam as denúncias de infiltração comunista na emissora, numa campanha desumana e cheia de inverdades, alimentada por um jornalista e por políticos do partido do governo.

"Quando dois elefantes brigam, quem sai perdendo é a grama". O provérbio indiano lembrado por Rodolfo Konder retrata bem a situação da época. De um lado o presidente Geisel e os que defendem uma abertura "lenta, segura e gradual"; do outro os chamados duros, que controlam o aparelho de repressão e querem a manutenção da ditadura militar. No meio disso tudo, os jornalistas, fazendo o papel de grama.

Tem início a chamada Operação Jacarta, desencadeada no começo de outubro de 1975 para prender os "subversivos". Alguns colegas de Vlado como Rodolfo Konder, George Duque Estrada e Paulo Markun já estavam presos quando ele se apresenta espontaneamente no DOI-CODI, na manhã do sábado, dia 25.

O jornalista é interrogado pelo capitão Ramiro, depois começa a sessão de pancadas e por último uma boa dose de "pimentinha", engenhoca inventada pelos militares para aplicar choques elétricos nos presos. Vlado não se entrega. Os militares se excedem.

Vlado está morto. Segundo a nota oficial do II Exército, cometera suicídio com uma tira de pano de seu macacão. Segundo a nota do Sindicato dos Jornalistas, uma morte a ser esclarecida e a denúncia dos abusos e arbitrariedades cometidos pelo II Exército.

Os ditadores calam o segundo Herzog, mas não calam os jornalistas, os estudantes, a Igreja e o povo brasileiro. Oito mil pessoas se reúnem na Catedral da Sé, em São Paulo, para um culto ecumênico em memória de Vladimir Herzog. Os militares tentam, sem sucesso, abafar o evento, marco na luta pela democracia no país.

Vladimir Herzog vira mito e hoje, 30 anos depois, faz falta ao jornalismo brasileiro, que carece de pessoas visionárias, engajadas e com a real noção de sua responsabilidade perante a opinião pública e a profissão que escolheram.


* Aluno do 8º semestre de Jornalismo

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quarta-feira, 26 de outubro de 2005

Publicidade lança campanha de conscientização


Marcelo Grizzo *

A Agência Experimental de Publicidade e Propaganda do Isca Faculdades lançará a campanha "ConscientIsca", durante a Semana de Comunicação, que ocorrerá de 7 a 11 de novembro. 

O projeto incentivará a consciência social dos alunos da instituição. São hábitos simples que melhoram o ambiente do campus, como o uso correto do banheiro com higiene sem causar constrangimento a outros alunos e a redução no desperdício de papel.  

A campanha foi idealizada e será coordenada pelos professores Jaime Cúrcio e Sinclair Piedade. A parte de planejamento, criação e produção está a cargos dos alunos do 4º semestre do curso de Publicidade Ademilson Gonçalves, Maurício Zanetti e Leonardo Zandoval. "Com pequenos atos, poderemos resolver vários problemas que serão de grande valia para todos os alunos e também para a instituição", enfatizou Ademilson. 

Segundo professor Jaime, o comportamento do aluno deve ser de um cidadão consciente. "Com isso, pode-se diminuir gastos de energia elétrica, apagando as luzes quando não estiver utilizando a classe, desligando computadores e outros aparelhos eletrônicos. O objetivo é integrar alunos, funcionários e professores", diz. 

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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Entidade auxilia portadores de Mal de Alzheimer



Joyce Galdino *

A ABRAz - Associação Brasileira de Alzheimer e doenças similares - é uma entidade sem fins lucrativos, formada por profissionais da área de saúde e familiares de portadores da doença de Alzheimer, que busca transmitir informações sobre o diagnóstico e tratamento da doença.


Claudia Suemoto Zoriki, coordenadora cientifica da entidade em Limeira, afirma que  a intenção é ajudar as pessoas a entenderem  melhor a doença, favorecendo assim o encaminhamento dos  pacientes e uma qualidade de vida mais digna tanto para o portador como para sua família. "Tanto pessoa doente como o seu cuidador ficam estressados", diz Cláudia. 

As atividades da entidade contam com reuniões mensais, grupos de apoio e atendimento pessoal à família. Os trabalhos são divulgados com a produção de boletins informativos e do site na internet. 

Efeitos da doença podem ser reduzidos 

A demência do tipo Alzheimer é neurodegenerativa, progressiva e irreversível para a qual não existe ainda prevenção e poucas são as alternativas de tratamento farmacológico.

Quanto mais cedo for iniciado um tratamento e acompanhamento médico, mais pode ser feito por seu portador, já que é hoje possível reduzir significativamente a progressão da doença na maioria dos casos. 

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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Aluno de Jornalismo é premiado no Vladimir Herzog



Rafael Sereno *

O aluno do 8º semestre de Jornalismo Rodrigo de Proença Guidi recebeu nesta terça, 25, a Menção Honrosa na categoria Novos Talentos do XXVII Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, por seu artigo "Nasceu Vlado, foi Mário, morreu Vladimir e virou mito".

A solenidade promovida pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo ocorreu no Parlamento Latino-Americano, em São Paulo, na data em que foi celebrado o trigésimo aniversário da morte do ex-diretor de Jornalismo da TV Cultura, torturado e assassinato pelo Doi-Codi. O episódio virou símbolo da repressão militar e marcou o início da abertura à redemocratização no país.

Foi a primeira vez que estudantes de Jornalismo puderam participar. Para Rodrigo, o prêmio é um grande reconhecimento para a carreira: "Não é só meu, mas de todos os alunos do curso". 

Para a coordenadora de Comunicação Social, Adriana Pessate Azzolino, o prêmio do aluno é o sucesso de uma equipe: "O resultado de um trabalho premiado é fruto do empenho e do esforço da equipe que compõe o curso, por exemplo, professores e outros fatores como instalações e informações que circulam no meio acadêmico".

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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terça-feira, 25 de outubro de 2005

Piracicaba inicia campanha de verão contra dengue


Rodrigo Costa de Souza *

A chegada do verão e dos períodos de chuva mobiliza órgãos públicos no combate à dengue. 

Segundo Maria Cristina Ortiz, coordenadora do Centro Municipal de Controle de Zoonoses da cidade, o trabalho de combate à dengue é realizado durante o ano todo, mas é intensificado com a aproximação das chuvas. 

De acordo com a coordenadora, a conscientização é feita por cinco equipes de dez pessoas que passam de casa em casa informando a população sobre os riscos e métodos de prevenção da doença. 

O objetivo da campanha é mobilizar as pessoas por meio da informação. "Assim promovemos o envolvimento da sociedade na manutenção do ambiente doméstico livre dos criadouros do mosquito transmissor", diz Ortiz. 

Ela ressalta que um problema grave no combate do mosquito Aedes Aegypti se deve a sua reprodução. O processo ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas de pouca luz como ensolaradas, como caixas d'água, tambores, vasos de plantas, cisternas, garrafas, latas, pneus e outros, onde a água da chuva fica retida.

Saiba mais sobre a doença

São conhecidos quatro sorotipos da doença: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. A infecção por um deles dá proteção permanente para o mesmo sorotipo e imunidade parcial e temporária contra os outros três.  

Existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica. 

A dengue clássica apresenta-se geralmente com febre, dor de cabeça, no corpo, nas articulações e por trás dos olhos, perda do apetite, náuseas e vômitos, tontura, podendo afetar crianças e adultos, mas raramente mata.  

A dengue hemorrágica é a forma mais severa da doença, onde o quadro clínico da pessoa infectada se agrava rapidamente, apresentando sinais de insuficiência circulatória e choque, podendo ocorrer sangramento e levar a pessoa à morte em até 24 horas.  

A pessoa contaminada deve fazer reidratação oral, repondo assim os líquidos perdidos, fazer uma manutenção da atividade sangüínea, se manter em repouso e somente utilizar os medicamentos prescritos pelo médico, para aliviar os sintomas. 

Segundo Fernanda Soares, do Serviço de Informação à População (SIP) de Piracicaba, a campanha da dengue neste ano será divulgada nas rádios, em panfletos distribuídos para  população e dos agentes de saúde. 

Fernanda diz que a elaboração de programas preventivos deve ser permanente, uma vez que não existe nenhuma evidência técnica de que a erradicação do mosquito seja possível, a curto prazo. 
  

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 24 de outubro de 2005

Bazar beneficente arrecada fundos à instituição


Andréia Carolina Avi *

O Nosso Lar - Serviço de Assistência à Criança - localizado na rua Alferes Franco, número 1236,  realizará nos próximos dias 26 e 27 de outubro, das 13h30 às 19 horas, o "IX Café e Amizade", um bazar beneficente elaborado pelo GRUPA (Grupo de Apoio à Diretoria).

Segundo a auxiliar de escritório da instituição, Gessy Ulbricht Pérsico, o GRUPA é composto por cerca de 30 voluntárias que realizam todo o trabalho. "Nos últimos anos, muitas pessoas entraram no grupo de voluntárias e começaram a ajudar", disse.

Por ser trabalhoso e exigir tempo para sua elaboração, este será o último bazar deste ano. Gessy explica que o evento é realizado há 20 anos e foi passando de diretoria para diretoria.
 

O objetivo é arrecadar fundos para ajudar na parte financeira da instituição, como as despesas das crianças e dos funcionários.
 

Para Gessy, a divulgação e a participação das pessoas é importante. "Desta vez, o bazar será realizado em dois dias, devido às reclamações das pessoas que muitas vezes não podem comparecer no dia previsto, já que antigamente o bazar era realizado em um dia apenas", explica.

A elaboração, produção e venda dos artesanatos são realizadas pelas próprias voluntárias, que disponibilizam aos visitantes uma mesa com salgados e doces gratuitos.
 

Dentre os artesanatos produzidos estão guardanapos, jogos para mesa e cama e tapetes. Nesta edição, a novidade será a venda de artigos de Natal, com a aproximação da data. "As voluntárias trabalham espontaneamente e não visam lucro. Elas possuem criatividade e vontade de ajudar", finaliza Gessy.  
 

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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Referendo: o que acontece com a vitória do Não?



Leandro Bollis *

Com a aprovação rejeitada no referendo sobre a comercialização de armas de fogo e munição no Brasil, onde os eleitores votaram sim ou não quanto à proibição, a vitória do "Não" trouxe uma nova dúvida aos brasileiros: o que acontece a partir de agora com este resultado? A resposta é simples, isto é, nada muda. Fica mantida a possibilidade de compra de arma e munição em lojas nos casos previstos no estatuto.

O comércio de armas e munição continua permitido, mas é necessário preencher as exigências previstas em lei para ter o registro de arma. As armas continuarão vendidas em lojas e nas fábricas. Porém, quem já tem arma e munições, legalmente registradas, pode mantê-las em casa ou no trabalho (se for o dono do estabelecimento). Os registros de armas expedidos até dezembro de 2003 deverão ser renovados até dezembro de 2006.

O referendo é uma consulta popular feita depois da aprovação de uma lei, instituído pela Constituição Federal de 1988, junto com outras duas formas de manifestação da população: plebiscito (consulta antes de determinada lei ser constituída) e iniciativa popular (apresentação de projeto de lei com assinatura de pelo menos 1% do eleitorado nacional).

O artigo 35 do Estatuto do Desarmamento diz que a lei começa a vigorar com a publicação do resultado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Diário da Justiça. O resultado deve ser divulgado na segunda (dia 24) e publicado na terça (dia 25).

Com a vitória do ''não'', o comércio de armas continua permitido, mas com as restrições que já estão em vigor. Quem quiser comprar arma terá de preencher requisitos como ter mais de 25 anos, declarar efetiva necessidade, provar ocupação lícita, residência certa, ausência de antecedentes criminais, capacidade técnica e aptidão psicológica para manusear a arma.

Confira o resultado do referendo na região:

Americana:
Não: 73.524  (61,12%)
Sim: 46.767  (38,88%)

Limeira:
Não: 96.965 (68,67%)
Sim: 44.246 (31,33%)

Piracicaba:
Não: 122.372  (64,72%)
Sim: 66.710  (35,28%)

Santa Bárbara d´Oeste:
Não: 51.976  (55,21%)
Sim: 42.172  (44,79%)

Enquete Nova

Ao contrário da decisão tomada pela maioria no país, os internautas que acessaram e participaram da enquete simulada do referendo aprovariam a proibição da venda de armas. A opção "sim" venceu com 91,3% da preferência, enquanto o "não" teve 8,7% dos votos. 

* 4º semestre de Jornalismo

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sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Isca investe em educação à distância



Viviane Mendes *

Visando atender o Ministério da Educação no que se refere ao compromisso social e a incorporação de meios educacionais inovadores, o Isca Faculdades proporciona acesso, através do uso de Ambiente Virtual, a uma maior proximidade entre aluno e professor.

De acordo com Sandra Maria Crippa, pesquisadora de Ambientes Gerenciadores de EAD (Ensino a Distância) e responsável pelo projeto e implantação do EAD no Isca Faculdades, o objetivo do projeto na instituição é flexibilizar o acesso às informações, independente de espaço físico e de horário pré-estabelecido.

O projeto de "ensino a distância" é voltado para alunos dos cursos de graduaçãos que necessitam realizar dependências e adaptações, em especial aqueles que fazem turno no trabalho ou residem em outras cidades, incluindo acesso ao conteúdo das disciplinas presenciais, registradas no ambiente.

Sandra explica que os cursos online tanto para empresas como para instituições de ensino são uma maneira econômica, cômoda e moderna de se aprimorar. Os instrumentos oferecem acesso às disciplinas via Internet 24 horas por dia, sete dias por semana, fazendo com que os alunos concluam seus respectivos cursos, sem pendências após a sua formação.

A pesquisadora ressalta que a expectativa do Isca para o próximo ano é oferecer de 20% da grade curricular em regime semipresencial do curso de Publicidade e Propaganda.

Para se inscrever no curso online, em dependências e adaptações, o aluno deve comparecer na Secretaria do campus, no início de cada semestre e realizar a matrícula. O aluno matriculado é cadastrado e recebe um login e uma senha. Para que a dependência seja realizada é necessário um mínimo de dez alunos.
  
Em disciplinas que utilizam o Ambiente Virtual Teleduc como apoio ao ensino presencial, o aluno deve realizar sua inscrição e aguardar a confirmação, realizada pelo professor. Caso o aluno já tenha realizado cadastro em outra disciplina, poderá reaproveitar os dados. Para mais informações, o telefone é 3404-4731 e o contato com Sandra ou Thomaz.

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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Vlado: o primeiro grito para a democracia


Gisele Franchini *

No próximo dia 25 de outubro, manifestações em diversos pontos do país homenagearão um dos grandes jornalistas brasileiros: Vladimir Herzog. 

O jornalista, que se apresentou às autoridades para prestar esclarecimentos sobre suas ligações com o PCB (Partido Comunista Brasileiro) foi assassinado, após ser violentamente torturado no DOI/CODI (Destacamento de Operações de Informações/ Centro de Operações de Defesa Interna), órgão da repressão política do regime militar, em 1975.

Na versão oficial da época, desmentida posteriormente por testemunhas também presas na mesma época, Herzog teria se enforcado com o cinto do macacão do presídio.

No dia 31 de outubro daquele ano, foi realizado um culto ecumênico em memória do jornalista na Catedral da Sé, do qual participaram cerca de oito mil pessoas, num protesto silencioso contra o regime. Foi o ponto de partida da luta contra a ditadura militar e Vlado se transformou numa referência também para a busca de uma sociedade de paz.

O grito silencioso pela democracia

Que jornalista foi Vladimir Herzog e o que ele representou para a história da imprensa e da política brasileira? É com o objetivo de destacar estes dois fatos que os alunos do 8º semestre de jornalismo do Isca Faculdades, Rodrigo de Proença Guidi, 32, e Rafael Henrique dos Santos, 23, estão preparando um programa de rádio para seus trabalhos de conclusão de curso.

Os alunos tiveram como proposta inicial a liberdade de imprensa e começaram a pesquisar e contar a história de Vlado para resgatar esses acontecimentos que marcaram um período crítico do país.

O objetivo é de, com o programa, conscientizar sobre a importância da existência do jornalista e de que sua morte não foi em vão. Na opinião dos alunos, sua morte foi o ponto de partida para o inicio da democracia no país. "Foi a partir da morte do Vlado que cresceram os movimentos no país para a queda do regime militar", afirma Rodrigo Guidi.

Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog

Três anos após a morte do jornalista, foi realizado o I Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog, como símbolo dos jornalistas e de vários setores da sociedade brasileira na luta pelos direitos humanos e pela democracia no país.

Neste ano, a 27ª edição proporcionará o reencontro de toda uma geração que se organizou na defesa dos direitos humanos, liberdade de expressão e outros valores que, na década de 70, atuaram juntos na resistência da ditadura militar.

Veja as datas dos principais eventos que ocorrerão:

- 21 a 23/10 - Fórum Coral Mundial pela Paz e Direitos Humanos
- 22/10 - Inauguração da Exposição ?Vlado, 30 anos? (celas do Deops e Estação Pinacoteca)
- 23/10 - Abraço do Coral de Cantores em torno da Catedral da Sé
- 24/10 - Inauguração da Sala Vladimir Herzog da Associação dos Cronistas Políticos, na Assembléia Legislativa de São Paulo
- 25/10 - Sessão Solene em homenagem a Vladimir Herzog no Senado Federal
- 25/10 - Mesa-Redonda sobre Vladimir Herzog, no Auditório da Faculdade de Histórias da USP
- 25/10 - Cerimônia de entrega do XXVII Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog
- 27/10 - Homenagem a Vladimir Herzog e Tim Lopes, na sessão de abertura do 1º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo na PUC/RJ

Mais informações sobre os eventos podem sem obtidos no site do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo.

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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segunda-feira, 10 de outubro de 2005

O referendo da razão contra a sensibilidade

Rafael Sereno *

O referendo do próximo dia 23 decidirá o futuro da venda de armas de fogo e munição no país. Após uma semana de propaganda na TV e no rádio, a questão proposta aos brasileiros gera divisões de opiniões numa saraivada de confrontos estatísticos exibidos pelas duas frentes parlamentares.

A proposta já foi debatida e aprovada no Congresso ainda em 2003, mas não foi validada devido à consulta popular prevista dentro do Estatuto do Desarmamento. Nossos parlamentares já decidiram. Caberá ao brasileiro aceitar ou não.

Durante esta primeira semana de debates, foi possível identificar uma polarização contrastante entre o exercício da razão e o apelo à sensibilidade. 

Pelo lado do 'sim', a associação do desarmamento à paz foi ressaltada de forma contínua, embasada pela presença de artistas de grande peso popular e pelas imagens chocantes de mortes por armas de fogo.

Pelo lado do 'não', o direito do indivíduo de decidir sobre a necessidade de se ter ou não uma arma foi amplamente difundido, embasado por situações de pessoas que precisam da arma para sua legítima defesa.

Os dois lados apresentaram dados estatísticos diversos. Os dois lados deixam perguntas em aberto. Será que o eleitor consegue decodificar e entender as informações?

Apelo à sensibilidade

Definir o valor de um objeto é uma questão altamente subjetiva. Um passo preciso nesta direção pode estar na análise de sua finalidade. Para que serve uma arma de fogo? Dentre as várias respostas, podemos encontrar um lugar-comum: a defesa. 

É da natureza humana o sentimento de auto-defesa ante uma ameaça. Como ferramenta, a arma pode oferecer resistência mediante um preço: o risco de morte. 

É contra esse risco que a campanha do "Sim" fortalece sua idéia, exibindo casos trágicos de morte com forte cunho domiciliar. Ninguém, em sã consciência, gostaria de ver uma tragédia acontecer em casa, ou ter um parente ou conhecido morto por um disparo acidental. 

No entanto, fincar o desarmamento neste argumento é pensar de forma isolada e ignorar a coletividade. Os casos de morte por acidentes domésticos chegam a 5% da totalidade dos casos envolvendo armas de fogo. 

Posso até eu ser o próximo. Ou você, caro leitor. Mas se estendermos a discussão, poderíamos pensar em proibir os veículos para amenizar as mortes no trânsito, já que são instrumentos que matam se usados inadequadamente, como as armas. 

Da mesma forma, ninguém gostaria de ver também um parente morto num acidente de trânsito. Não existe nenhuma campanha para proibir o uso de veículos no país. Pior: não há política pública voltada para a educação no trânsito, que deveria começar na infância.

Portanto, direcionar a campanha para esta análise é apelar para o lado emotivo do brasileiro (que possui, historicamente, características pacíficas). 

Não existe relação nenhuma entre o desarmamento e a paz. Estabelecer comparações com países em que o desarmamento deu certo, como Austrália, Japão e Inglaterra, é um descalabro. São sociedades e culturas bem diferentes do Brasil. Eles não têm os abismos educacionais, econômicos e sociais que temos.

Uma sociedade sem armas é um ideal pacifista que deve ser perseguido, mas que exige pressupostos básicos para tal.

Exercício da razão

A violência possui raízes nas desigualdades sociais. No Brasil, a marginalização de classes é revelada pela nossa história. Um exemplo: a abolição dos escravos fechou um terrível ciclo, mas abriu outro. Não se pensou em como incluir o negro livre na sociedade do século 19. O resultado foi um aumento considerável de mendigos nos grandes centros urbanos e uma marginalização sem precedentes.

Obviamente, é apenas um exemplo de como uma sociedade ajuda a produzir sua própria violência. Para se combatê-la, não seria um plano mágico, como o desarmamento, que iria amenizá-la. A venda de armas continuará ilicitamente, agora abastecida pelo submundo do mercado negro. É como os entorpecentes: proibidos, mas fáceis de se encontrar em qualquer festa noturna para jovens.

A fiscalização seria outro problema. Como o governo irá fiscalizar o cidadão? Haverão policiais para fazê-lo, considerando a insuficiência latente que há para a proteção do cidadão, já prevista na Constituição? A arma em poder do cidadão só virá a ser descoberta após alguma ocorrência. Ou seja: depois do disparo, prevenção zero.

O desarmamento facilitará a ação dos bandidos. Com o cidadão desarmado, é presumível afirmar que os assaltos à mão-armada devem aumentar assustadoramente. Pode até não acontecer mortes, mas não elimina o risco de um disparo, que estará em poder do criminoso, nem tirará a sensação de medo e insegurança tão presente nos dias de hoje.

Combater a violência significa agir preventiva e corretivamente. Não se vê artistas de TV em campanha para os baixos investimentos em educação. Violência diminui-se em longo prazo com investimentos maciços no sistema educacional. Nota zero para a maioria de nossos políticos que não procuram o consenso em torno de uma agenda comum para este grave déficit social.

Se a solução é agir com correção, o treinamento e o aparelhamento eficaz do Estado é fundamental para a diminuição da violência. Dois episódios recentes apontam o buraco da ineficiência de nossos vigilantes: o policial assassinando uma pessoa desarmada numa rodovia paulista e os inacreditáveis roubos de dinheiro e entorpecentes dentro de um posto da Polícia Federal, com suspeitas recaindo para a própria polícia.

Epílogo

Não precisamos de armas numa sociedade. O desarmamento é um passo preciso. Mas não o primeiro. Deve ser o último, conforme avanços de políticas públicas racionais que devem ser iniciadas já, com vistas a longo prazo. A violência tem causas bem distintas de um simples porte de arma.

Desarmar é uma ótima idéia. O momento de fazê-lo é impróprio.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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sábado, 8 de outubro de 2005

Encontro avalia desafios do ensino de Jornalismo

Rodrigo Costa de Souza *

O Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) promoveu nos dias 01 e 02 de outubro, na Universidade de Sorocaba (Uniso), o primeiro encontro paulista de professores da área.

O encontro teve como objetivo discutir a situação do Jornalismo no ensino superior brasileiro e a integração dos professores em torno de questões específicas da área. A iniciativa também possibilitou a troca de experiências entre os participantes.

A professora Socorro Veloso, do Isca Faculdades, coordenou grupo de trabalho sobre jornal laboratório. Em sua opinião, "o evento foi um acontecimento histórico, porque pela primeira vez os professores paulistas de jornalismo se reuniram para discutir questões relacionadas ao seu trabalho"

No grupo de trabalho de jornal laboratório, segundo Socorro, foram apresentados oito trabalhos, relatando experiências de jornais e revistas desenvolvidos em diversos cursos do estado. "Ficou claro que o principal desafio do professor é motivar o aluno para produzir um jornal ou uma revista", avalia a docemte.

Socorro ainda ressaltou que "outro desafio do professor é conseguir incentivar o aluno, superando assim a dificuldade de decifrar a linguagem, quebrar paradigmas, e propor novos estilos tanto de texto quanto de diagramação na produção desses jornais e revistas".

No 1º Encontro Paulista de Professores de Jornalismo também foram debatidos a luta pela valorização do Jornalismo, as dificuldades do mercado para absorver a grande quantidade de profissionais formados todos os anos e a Reforma da Educação Superior.

De acordo com Daniella Rubbo professora de Produção Gráfica do Isca Faculdades, "o evento teve grande importância por consolidar o Fórum Nacional de Jornalismo". Em sua visão, outro ponto importante é que no estado de São Paulo se concentram 25% dos estudantes de jornalismo do Brasil.
 

Daniella, que expôs a experiência de produção do jornal laboratório
 Em Foco, do Isca,  atribuiu grande importância à presença de um grupo representativo de professores da instituição no evento.

Também participaram do encontro a professora Rosemary Bars, que coordenou o grupo de Agência de Notícias; o professor Paulo Roberto Botão, que apresentou trabalho sobre a agência
 Nova; a professora Márcia Eliane Rosa, que coordenou o grupo de Projetos Experimentais, e o professor Luiz Veloso.

O professor Paulo Roberto Botão também assumiu a coordenação de um grupo que irá propor alterações nos instrumentos de avaliação de cursos usados pelo MEC para a área de Jornalismo.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo

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sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Treinamento mobiliza estudantes

Samira Moura *

Com o objetivo de preparar a comunidade escolar para agir em situações de emergência, o Isca Faculdades realizou nos dias 05 e 06 de outubro um exercício de evacuação de prédio.

A atividade integrou a VII Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT), realizada de 03 a 07 de outubro. Os funcionários foram treinados para orientar os alunos em situações de emergência.

Segundo a assistente social Heloísa Helena Sampaio Soler, do Isca Faculdades, o exercício de evacuação é uma exigência do MEC e requer a participação dos funcionários, estagiários, terceiros, alunos e visitantes.

No dia 05 de outubro participaram do treinamento os alunos do Colégio COC Acadêmico e os universitários do curso de Direito (diurno) do Isca Faculdades. No dia 06 de outubro foi a vez de todos os estudantes do período noturno.
 

Antes de participar da simulação, os alunos receberam um material de divulgação com as recomendações necessárias para a ação de evacuação.
 

Seguindo as normas, ao toque da sirene os alunos saíram das salas, acompanhando as placas de sinalização. Fecharam as janelas, apagaram luzes e desligaram os ventiladores, dirigindo-se aos locais de acesso determinados previamente pela equipe de prevenção para que não houvesse confronto.

Os deficientes físicos, idosos, gestantes e pessoas com mal súbito tiveram prioridades, utilizando a rampa de locomoção.

* Aluna do 4º semestre de Jornalismo

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