Kendra Martins *
A Jornalista e repórter da revista infantil "Recreio", Gisleine Carvalho, ministrou uma palestra nesta eggunda-feira, 24, no Anfiteatro Dr. Waldomiro Francisco, do Isca faculdades, sobre sua viagem ao Nepal. Participaram alunos dos cursos de Turismo, Geografia, Ciências Sociais e Jornalismo.
A palestrante descreveu com empolgação as experiências que adquiriu com a viagem. Também revelou as peculiaridades do povo, da economia e da religião das pessoas que vivem em Nepal.
Jornalismo
Gisleine Carvalho cursou Jornalismo na faculdade Casper Líbero. Trabalhou na revista "Renascer" e na Editora Globo e atualmente trabalha para a Editora Abril, na revista "Recreio", voltada para o público infantil.Em entrevista à Agência Nova, contou que gosta muito de escrever para as crianças, mas salientou a dificuldade da tarefa. "É muito mais difícil escrever para as crianças do que escrever para os adultos", afirmou.
Gislaine ressaltou que normalmente algumas pessoas, quando escrevem para as crianças, exageram nos diminutivos, e com isso, a linguagem se torna bobinha. "A nossa maior preocupação na hora de escrever para a criança é usar um vocabulário que seja acessível, mas não um vocabulário pobre. É possível fazer um texto que a criança possa compreender e que tenha um bom conteúdo", observou.Sobre o perfil do jornalista para trabalhar em revista, afirmou que varia muito, de publicação para publicação, em virtude da segmentação do veículo. "O perfil de um bom jornalista para revista, em geral, é muito difícil de definir, pois depende do tema. Alguns têm uma identificação maior com um tema ou com outro, mas o bom jornalista têm que saber escrever bem e ter bons conhecimentos de reportagem, pois assim, se encaixa em qualquer área", explicou.A Jornalista também falou sobre os diferentes desafios que surgem na profissão e a diferença entre escrever para o jornal e para a revista. "Escrever para o jornal ou para a revista são trabalhos diferentes, mas nenhum dos dois são complicados. No jornal você tem um prazo de fechamento diferente, uma pressão maior. Na revista você têm a oportunidade de trabalhar mais o texto, se envolver com a parte de designer, pesquisar imagens", afirmou.Sua maior preocupação é produzir um conteúdo relevante: "Muitas vezes, a produção do resultado do conteúdo poderia ser melhor e perceber isso é difícil porque por uma questão de tempo ou por uma questão financeira, eu fico limitada, mas normalmente é por uma questão de tempo".Gisleine também deixou um conselho para os futuros jornalistas: "Eu adoro jornalismo, não me arrependo nem um momento de ter optado pelo jornalismo. Eu acho que às vezes é difícil de entrar para o mercado de trabalho, mas o jornalista precisa ter várias habilidades, além de escrever bem e ser um bom repórter, pois isso, é o que eu mais valorizo, isso é o bem mais precioso para o jornalista, o resto vai construindo"."Hoje, o mundo é multimídia, têm que saber trabalhar com a Internet. Um bom texto é a base de tudo, é por aí que todo mundo começa. Se não tiver um bom texto e se não for capaz de fazer uma boa reportagem não adianta nada", enfatizou.Ela ainda conclui: "Eu acredito que todo mundo faz bem aquilo que gosta, por isso, dar o máximo de si e se aperfeiçoar é dever do jornalista".
* Aluna do 3º Semestre de jornalismo
A Jornalista e repórter da revista infantil "Recreio", Gisleine Carvalho, ministrou uma palestra nesta eggunda-feira, 24, no Anfiteatro Dr. Waldomiro Francisco, do Isca faculdades, sobre sua viagem ao Nepal. Participaram alunos dos cursos de Turismo, Geografia, Ciências Sociais e Jornalismo.
A palestrante descreveu com empolgação as experiências que adquiriu com a viagem. Também revelou as peculiaridades do povo, da economia e da religião das pessoas que vivem em Nepal.
Jornalismo
Gisleine Carvalho cursou Jornalismo na faculdade Casper Líbero. Trabalhou na revista "Renascer" e na Editora Globo e atualmente trabalha para a Editora Abril, na revista "Recreio", voltada para o público infantil.Em entrevista à Agência Nova, contou que gosta muito de escrever para as crianças, mas salientou a dificuldade da tarefa. "É muito mais difícil escrever para as crianças do que escrever para os adultos", afirmou.
Gislaine ressaltou que normalmente algumas pessoas, quando escrevem para as crianças, exageram nos diminutivos, e com isso, a linguagem se torna bobinha. "A nossa maior preocupação na hora de escrever para a criança é usar um vocabulário que seja acessível, mas não um vocabulário pobre. É possível fazer um texto que a criança possa compreender e que tenha um bom conteúdo", observou.Sobre o perfil do jornalista para trabalhar em revista, afirmou que varia muito, de publicação para publicação, em virtude da segmentação do veículo. "O perfil de um bom jornalista para revista, em geral, é muito difícil de definir, pois depende do tema. Alguns têm uma identificação maior com um tema ou com outro, mas o bom jornalista têm que saber escrever bem e ter bons conhecimentos de reportagem, pois assim, se encaixa em qualquer área", explicou.A Jornalista também falou sobre os diferentes desafios que surgem na profissão e a diferença entre escrever para o jornal e para a revista. "Escrever para o jornal ou para a revista são trabalhos diferentes, mas nenhum dos dois são complicados. No jornal você tem um prazo de fechamento diferente, uma pressão maior. Na revista você têm a oportunidade de trabalhar mais o texto, se envolver com a parte de designer, pesquisar imagens", afirmou.Sua maior preocupação é produzir um conteúdo relevante: "Muitas vezes, a produção do resultado do conteúdo poderia ser melhor e perceber isso é difícil porque por uma questão de tempo ou por uma questão financeira, eu fico limitada, mas normalmente é por uma questão de tempo".Gisleine também deixou um conselho para os futuros jornalistas: "Eu adoro jornalismo, não me arrependo nem um momento de ter optado pelo jornalismo. Eu acho que às vezes é difícil de entrar para o mercado de trabalho, mas o jornalista precisa ter várias habilidades, além de escrever bem e ser um bom repórter, pois isso, é o que eu mais valorizo, isso é o bem mais precioso para o jornalista, o resto vai construindo"."Hoje, o mundo é multimídia, têm que saber trabalhar com a Internet. Um bom texto é a base de tudo, é por aí que todo mundo começa. Se não tiver um bom texto e se não for capaz de fazer uma boa reportagem não adianta nada", enfatizou.Ela ainda conclui: "Eu acredito que todo mundo faz bem aquilo que gosta, por isso, dar o máximo de si e se aperfeiçoar é dever do jornalista".
* Aluna do 3º Semestre de jornalismo

