segunda-feira, 28 de abril de 2008

Campanha pretende aproximar pais e escolas


Mariana Antonella *

A pedido de 11 escolas municipais, a agência experimental de Publicidade e Propaganda do Isca Faculdades desenvolverá uma campanha com o objetivo de aproximar os pais e a comunidade em geral das atividades realizadas pelas unidades escolares.

Adriana Ijano, professora do curso de Pedagogia do Isca e diretora da escola Profª. Maria Apparecida de Luca Moore, é umas das idealizadoras do projeto. Segundo ela, há aproximadamente quatro anos os gestores das escolas municipais vêm se reunindo para a discussão de diversas questões. Uma delas é a dificuldade de se estabelecer um diálogo mais aprofundado com os pais e a comunidade acerca de questões como saúde pública, saneamento básico e organização. 
A diretora ressalta que a análise dos dados do SAEB - Sistema de Avaliação da Educação Básica - confirma algumas das discussões sobre a necessidade de aproximação da comunidade na escola. Sabe-se que quanto maior é a participação dos pais e da comunidade em geral, melhor será o desempenho dos alunos. "Partindo dessa premissa traçamos como meta fomentar essa participação. Para esse trabalho contamos com alunos e professores do curso de Publicidade".
A expectativa que a professora nutre em relação a essa parceria é de que se consiga desenvolver um trabalho orientado capaz de aprofundar as relações com pais e a comunidade. "Essa relação é uma das determinantes do desempenho escolar dos alunos", diz Adriana.
As escolas que participam do projeto são Dr. Waldemar Lucato, Profª. Maria Aparecida Degaspare, Prof. José Roberto Braz, Centro Infantil Caroline Pardo, Profª. Aracy Nogueira Guimarães, Profª. Cassiana Maria Soares Lenci, Prof. José Justino Castilho, Profª. Egle Maria Ciarrochi, Profª. Maria Apparecida de Luca Moore, Arlindo de Salvo e Jardim do Lago, que juntas atendem a cerca de sete mil alunos.

Trabalhos interdisciplinares
A produção da campanha faz parte dos chamados TI's (Trabalhos Interdisciplinares), produzidos pelos alunos de Publicidade. Antonio Peres, professor e coordenador do curso, está animado com a proposta do TI deste ano. "Estamos a todo vapor com este trabalho, que é diferente de todos os outros. Esse projeto é um desafio muito grande para os alunos, mas ao mesmo tempo eles serão pioneiros, pois vamos desenvolver um trabalho que não tem similar no país". 
Peres lembra que os TI's são importantes, pois dão oportunidade aos alunos de lidar com problemas e dificuldades de um cliente real. "Uma das coisas que o TI fomenta é o empreendedorismo, ou seja, a possibilidade dos alunos compreenderem como estruturar uma agência para atuar no mercado. Com isso, ganham conhecimento e informação para abrir sua própria agência".
 Os TI's são realizados nos semestres ímpares, com exceção do primeiro. No terceiro semestre o trabalho é feito com um produto, onde os alunos produzem uma campanha com características reais; no quinto semestre, o trabalho é focado em clientes do terceiro setor, com organizações não governamentais, e no sétimo os clientes são candidatos a cargos majoritários em eleições municipais. 
Vários prêmios já foram conquistados com os trabalhos interdisciplinares, dentre eles o 1º lugar no Intercom/Expocom de 2005 com uma campanha publicitária para o terceiro setor.

* Aluna 3º semestre de Jornalismo e repórter da Agência Nova

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Cresce interesse pela arte circense

Rodrigo Souza *

Há 4.000 a.C., pinturas rupestres descobertas na China revelam acrobatas, contorcionistas e equilibristas. Trata de uma evidência de que as artes circenses podem ter sido inventadas pelos chineses. Outras evidências sobre o início do circo também foram localizadas no Egito, Índia e Grécia. 

Atualmente o circo alia a prática esportiva e o lazer, mas a aplicação das técnicas circenses requer conhecimento adequado. Segundo o agente cultural Henrique Andrielli,  uma simples cambalhota em falso pode provocar uma lesão irreversível para o praticante. "Aliar esta consciência corporal a exercícios que estimulam a criatividade é muito prazeroso e por isso a arte circense vem conquistando adeptos", diz. "Ficou para trás a crença de que essa arte era restrita às famílias circenses".
As técnicas circenses saíram dos picadeiros. Estão nas ruas, nos corredores dos hospitais, nas boates e casas noturnas, nas praças públicas, teatros, nos corredores de empresas. Equilíbrio, destreza, concentração, agilidade, interação e força: estes são alguns dos elementos trabalhados nas oficinas de circo que vêm tomando conta das academias de ginástica e de treinamentos empresariais em todo o país.
Aos 30 anos de idade, Henrique Andrielli decidiu que queria descobrir a fantasia o outro lado do picadeiro. Ao retornar para Leme, sua cidade natal, após 15 anos, estava disposto a aprender a nobre arte do palhaço e colocá-la à disposição da sociedade. Concretizou este projeto por meio do grupo Pronto Sorriso, formado por voluntários que semanalmente visitam as enfermarias da Santa Casa de Misericórdia de Leme, vestidos de palhaços. Nasceu então o Doutor Cicollo da Costa Larga, o palhaço que posteriormente migrou para a Trupe Circulante, em companhia de outros atores de Leme, Pirassununga e São Carlos.
De lá pra cá, Henrique aprendeu o malabarismo - técnica de manipular objetos no ar -,  acrobacias de solo, pirofagia e fez cursos de aprimoramento na técnica da palhaçaria. Ele observa que as atividades desenvolvidas também podem ser utilizadas como superação da vida cotidiana. Isso porque as mais simples cambalhotas até o mais complexo movimento no trapézio mostram que é possível dar saltos e reviravoltas na vida, desafiando os praticantes a vencer seus medos e limites. Tudo, é claro, sem deixar de lado a preocupação com a segurança.

* Estudante de Jornalismo do Isca Faculdades e repórter da Agência Nova

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A morte na mídia

Juliano Schiavo *

O Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros 2008, divulgado recentemente, demonstra que, embora o índice de assassinatos no Brasil ainda seja alto, houve queda nos números de 2004 a 2006. Esse mapa, lançado pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla), aponta que 50.980 pessoas foram mortas em 2003. No ano de 2006 esse número caiu para 46.660. 

Desses 46.660 casos de assassinatos, poucos chegaram à grande mídia, que se preocupa com outras questões. Não ter representatividade econômica é sinônimo de inexistência para o quarto poder. 
"A morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram. Eles dobram por ti", disse o poeta inglês John Donne (1572-1631). Se para o poeta a morte de uma única pessoa o diminui, isso não causa transtornos para o grande segmento que controla a informação de massa. Pode morrer qualquer um que não seja dos seus. Os sinos da grande mídia só dobram para aqueles que pertencem à classe que a mantém.
A engrenagem do sistema é forte demais para permitir que um favelado seja manchete do Jornal Nacional quando é alvejado por tiros. Ele só é foco do noticiário quando se transforma em seqüestrador e coloca em perigo os filhos do poder, tanto econômico, quanto político. As lentes objetivas têm um único objetivo: focar só o que interessa. Nada mais. 
A mídia não está errada em posicionar suas objetivas quando alguém é vítima de violência. É papel da imprensa lutar -  por meio do uso da informação, sua valiosa arma - para transformar a sociedade em um ambiente onde as pessoas possam ser livres e que tenham o direito de andar na rua sem serem atacadas. O grande cerne da questão é quando os veículos de comunicação só dão voz aos incluídos em seu sistema. Preconceituosos, eles acabam por se desvirtuar de sua luta por uma sociedade justa.
A única certeza (para todos) é a morte. Para os que possuem influência, há o privilégio do destaque no jornal. Se a morte for trágica, tanto melhor, pois a mídia gosta de se ocupar com isso. Infelizmente é assim. Sai no jornal quem pode.

* Estudante do 7º semestre de Jornalismo do Isca Faculdades (jssjuliano@yahoo.com.br)

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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Inscrições abertas para oficinas culturais

Henrique Andrielli *

Estão abertas as inscrições para as atividades promovidas pela Oficina Cultural Regional Carlos Gomes, em sua sede em Limeira (Largo da Boa Morte, 11) e em 31 municípios da região. São oficinas, palestras, workshops e apresentações nas áreas de circo, dança, teatro, artes plásticas, fotografia, música, literatura, gestão cultural, patrimônio histórico e cultura geral.


A Oficina Carlos Gomes é uma unidade do Projeto Oficinas Culturais, da Secretaria de Estado da Cultura, através da Associação Amigos das Oficinas Culturais de São Paulo. As atividades são oferecidas gratuitamente à comunidade. Nos municípios atendidos, os projetos incluem parcerias com as prefeituras e organizações não-governamentais.

A programação começou na primeira semana de abril, estendendo-se até o final de julho, com atividades e público alvo diferenciados. A programação atinge diferentes faixas etárias, a partir de oito anos de idade.

Embora algumas atividades exijam conhecimento prévio na área, a grande maioria se destina a iniciantes e interessados em geral. A programação completa das atividades e outras informações poderão ser obtidas no site da Oficina  Cultural Regional Carlos Gomes (http://www.assaoc.org.br/programacao/regionais/carlos-gomes.php) ou nos telefones (19) 3442.9857 e 3495.1028.

* Estudante do 3º semestre de Jornalismo e repórter da Agência Nova

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Estudante de Engenharia é destaque na natação


Ítalo Ferreira *

Inspirado no sucesso do nadador Tiago Pereira, que foi destaque nos Jogos Panamericanos de 2007, o limeirense Ramom Mila, 18 anos, aluno do curso de Engenharia Ambiental do Isca Faculdades, vem se destacando em competições de natação. Ramom começou a nadar aos oito anos de idade devido a problemas com o peso, e hoje conta com o apoio do Clube Gran, que financia parte de seus estudos. Entre as principais competições que já disputou estão os Jogos Regionais, Campeonato Paulista e Jogos Abertos. Seu técnico é Rossano Jacon.

Ramom compete em provas de piscinas longas, e seu estilo preferido é o nado borboleta. Para participar de competições de grande porte, o estudante se prepara com uma alimentação à base de carboidrato, corrida, musculação, e treinamentos na água. Ramom treina em dois periodos, e à noite vai para a faculdade. O apoio dos familiares é fundamental para o sucesso do jovem. "Se não fossem eles, talvez eu não conseguisse conciliar as duas coisas", afirma.
"Minha vontade sempre foi a de ser igual ao Tiago Pereira. Ele é um ótimo atleta", comentou o nadador. No ano passado Ramom conquistou o vice-campeonato paulista e foi medalhista nos Jogos Abertos.

* Estudante do 3º semestre de Jornalismo e repórter da Agência Nova

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Os desafios da ética na comunicação

Da Redação *

Censura na TV, plágio na internet e parcialidade nas notícias foram alguns dos temas recentemente abordados pelos estudantes do 3º semestre de Comunicação Social do Isca Faculdades, na disciplina Ética e Legislação. Para debater essas questões, os alunos realizaram entrevistas com professores da área, jornalistas e publicitários, entre outros profissionais.


O idealizador do projeto foi o professor e administrador Jaime Curcio, 35, também conhecido pelos alunos como "Jaime, o brasileiro". Apesar de ser formado em Administração de Empresas, ele conta que sua história profissional está ligada à comunicação. Jaime é proprietário de uma agência de comunicação em Piracicaba e leciona no Isca Faculdades há cinco anos.

Professora e coordenadora do curso de Jornalismo, Milena de Castro afirma que a disciplina Ética e Legislação possui um aspecto fundamental: "O aluno que se forma sem conhecimento da ética não será um profissional completo". Ela lembra que o jornal americano New York Times há alguns anos despediu um de seus repórteres, Jayson Blair, porque este inventava histórias e personagens em suas matérias. "Essa é a maior falta de ética que um profissional de jornalismo pode cometer", resume a professora.

"A ética é uma postura cotidiana, de profissionalismo, e um bom exercício da prática jornalística tem a ver com garantia e credibilidade das fontes. É necessário ser o mais fiel possível no relato dos fatos e, acima  de tudo, ter compromisso com o leitor", disse Milena.

Para o coordenador do curso de Publicidade, Antônio Peres, "a ética é o princípio norteador da existência do ser humano, pois se você não tem um referente ético, vale tudo". Ele cita um exemplo do que seria um ato condenável na publicidade: "Veicular propaganda de cerveja em um horário em que crianças estão assistindo TV não é ético, pois elas ainda estão com o seu caráter em formação".

Entrevistado pela Agência Nova, o professor Jaime Curcio lembrou que "a comunicação é uma arma" e por isso deve ser manejada com extremo cuidado no campo da ética. Sobre problemas como o plágio na internet, observou: "Na verdade, ainda somos 'migrantes virtuais'. Sem dúvida nenhuma a internet ainda está para ser descoberta e precisará de legislação. Hoje é muito falha".

*Colaboraram: Gustavo Nolasco, Lílian Geraldini, Mariana Antonella, Roxane Regly, Virgílio Gabriel (estudantes do 3º semestre de Jornalismo e repórteres da Agência Nova).

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Grupo circense se apresentará no Teatro Vitória


Felipe Furlanetti *

Para comemorar os três anos de existência do Saltimbancos do Aldeia, o Grupo Aldeia apresentará  o espetáculo "Saltimbancos em: Circo de todos os tempos". As atrações, que englobam representações do teatro, da dança e da arte circense, têm como objetivo expor a importância do circo e promover sua interatividade com o público. O espetáculo está programado para o dia 11 de abril, sexta-feira, às 20h30, no Teatro Vitória, e terá cerca de 75 minutos de duração.

De acordo com o coordenador do grupo Saltimbancos, Antonio Carlos de Oliveira, o elenco conta com a presença de grandes talentos. "Ao todo, a equipe é formada por 14 pessoas, incluindo palhaços, malabaristas, contorcionistas, perna-de-pau e monociclistas".
Tendo como base as apresentações do Cirque du Soleil, o grupo promete colocar em cena algumas coreografias inspiradas na troupe canadense, atualmente considerada uma das mais criativas e irreverentes do mundo. 
A faixa etária do Saltimbancos não ultrapassa os 21 anos. A maioria dos integrantes faz parte do projeto Aldeia Cidadania, que visa à integração social e cultural de crianças e adolescentes através das artes.
Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Vitória ao preço de R$10 (inteira) e R$5 (meia). Maiores informações sobre o espetáculo e o grupo Saltimbancos podem ser obtidos através do telefone 3451-8732.

* Estudante do 3º semestre de Jornalismo e repórter da Agência Nova

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Jovem limeirense faz sucesso no tênis de mesa

Ítalo Ferreira* *

O tênis de mesa é um esporte pouco praticado no Brasil. Para o mesa-tenista limeirense José Renato Buzolin de Castro Junior, 17, isso ocorre em razão da pequena divulgação que o esporte recebe na imprensa, e também à ausência de incentivo nas escolas. O atleta lembrou que o país com mais tradição no tênis de mesa é a China, porque lá os alunos praticam o esporte no colégio.


Renato ingressou na modalidade quando um amigo o chamou para treinar, há pouco mais de quatro anos. Atualmente ele defende o Nosso Clube de Limeira. Dentre as competições que disputou estão a Liga Integração das Cidades do Interior (onde sagrou-se campeão), Etapa Regional Paulista, Jogos Regionais da Juventude (segundo lugar), Jogos Regionais (terceiro lugar), Jogos Interclubes e Torneio Aberto Municipal.

José Renato treina quatro vezes por semana, de três a quatro horas diárias, no período da noite ? ele estuda de manhã. O atleta conta que apesar de não parecer, o tênis exige grande esforço físico, pois é um jogo de muita movimentação. O esportista tem com ídolo o próprio treinador, Alexandre Bigeli.

Durante a entrevista o jovem lembrou que há diferenças entre tênis de mesa e o pingue-pongue, pois este tem caráter recreativo, enquanto o primeiro exige o domínio da técnica.

* * Estudante do 3º semestre de Jornalismo e repórter da Agência Nova

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Qual É? está de cara nova na internet


Alex Contin *


O curso de Comunicação Social do Isca Faculdades, por meio das habilitações em Publicidade e Jornalismo, inova mais uma vez. A essência do antigo programa Qual É?, produzido pelos alunos até 2006, foi adaptada para a internet. O portal entrou no ar no início de março.


O programa de entrevistas e quadros humorísticos focado no público jovem se transformou em portal. Segundo o atual coordenador do projeto, Renato Fabregat, o Qual É?  serve de "vitrine" para o curso de Publicidade. 

No site (www.iscafaculdades.com.br/quale), os internautas podem conferir os trabalhos produzidos pelos estudantes de Publicidade e Jornalismo. Além de vídeos, há fotos dos bastidores, matérias escritas, comerciais, telejornais, prêmios dos cursos e uma agenda de eventos em Limeira e região, que recebeu o nome de Agitae.


Para os alunos que participaram do projeto antigo e do novo formato, trata-se de uma oportunidade para colocar em prática os ensinamentos obtidos em sala de aula. É o caso de Paloma Prates, aluna do 7º semestre de Jornalismo, e de Fredson Santos Dally, mais conhecido como Fred, do 5º semestre de Publicidade. "Quando aparece um projeto como esse, podemos trabalhar na prática", diz Fred. Paloma, que atuou no programa quando este era exibido na Vivax, emissora de TV fechada, relata que na época os alunos se envolveram nas pautas, entrevistas e produção.

O professor Antônio Peres, coordenador de Publicidade, explica que o projeto é um meio de integração dos alunos de Comunicação Social. "No futuro, o portal também divulgará as atividades dos outros cursos do Isca", acrescenta.

* Estudante do 7º semestre de Jornalismo e editor da Agência Nova

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Agência Nova de Notícias reinicia atividades

Da Redação *

A Nova, agência de notícias do curso de Jornalismo do Isca Faculdades, está retomando as atividades nesta segunda-feira (7). O principal objetivo da Agência Nova é possibilitar aos estudantes de todos os semestres a prática da profissão, com apuração e produção de informações dirigidas às comunidades interna e externa.


Na etapa atual, estudantes do 3º e 7º semestres estão diretamente envolvidos na redação de notícias e reportagens, como você poderá conferir a partir de hoje. Alunos do 1º semestre também foram convidados a participar.

Pauta, apuração, redação, edição e atualização on-line de textos jornalísticos estão entre as atividades a serem desenvolvidas. Material enviado por entidades, órgãos públicos e assessorias de imprensa, e que sejam considerados de interesse público, também serão disponibilizados no site.

A atualização do conteúdo será semanal, com acompanhamento direto da professora Socorro Veloso (editora) e da coordenadora do curso, professora Milena Castro.

Mais informações sobre o funcionamento da Nova pode ser obtidos pelo e-mailsocorroveloso@uol.com.br.

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