segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Alunos do Isca transformam óleo em sabão

Liliam Lourenço de Queiroz *

Alunos do curso de Química do Isca Faculdades, em parceria com o Programa de Responsabilidade Socioambiental, o Prestalie, desenvolvem com um projeto que reutiliza óleo de cozinha usado para a confecção de sabão. Segundo a assessora de comunicação da instituição, Rebeca Paroli, o projeto nasceu na faculdade. "A idéia surgiu no curso de Química. Os alunos perceberam que havia muita sobra de resíduo de óleo que não era reaproveitado. Com isso, resolveram fazer este projeto para contribuir com o meio ambiente", conta.

O óleo é doado pela população da própria faculdade. Grupos de cinco a dez alunos produzem semanalmente o produto. Juntamente com o óleo, a confecção é feita com água e soda cáustica. "São cerca de 200 litros por mês, podendo fazer 250 quilos de sabão", explica a aluna de Química, Laís Peixoto Rosado.

Depois de confeccionados, os sabões são doados a entidades assistenciais. O asilo João Kuhl Filho foi um dos beneficiados. A entidade chega a lavar por dia 15 quilos de peças de roupas, como toalhas de pano, guardanapos, além de lavar todos os dias louças e panelões de comida.

De acordo com a assistente social, Marilene Toledo, este tipo de iniciativa é muito importante, além de ser um produto de qualidade.

"O sabão caseiro é bem melhor que o industrial, ele espuma muito mais", comenta.

O projeto começou em outubro do ano passado e continua, mas, segundo Rebeca, depende de mais doações. "Estamos buscando parceiros, porque precisamos de investimentos, principalmente na soda cáustica, que é usada no preparo do sabão", ressalta. A assessora diz ainda que os interessados devem armazenar o produto em garrafas pet ou galões para serem entregues.

 As doações podem ser feitas no próprio campus do Isca Faculdades localizado na rodovia Limeira/Piracicaba, km 4. Mais informações pelo telefone 3404-4706.

* Aluna do 8º semestre de jornalismo

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Congrema contou com mais de 400 participantes


Roxane Regly *

O IV Congrema (Congresso de Meio Ambiente), promovido pelo Isca Faculdades, Colégio Acadêmico e Instituto Pró-Cidadania, aconteceu entre os dias 16 e 19 de setembro, das 17 às 19h, com as sessões orais, e das 19 às 21h, com as sessões de pôsteres. O encontro contou com mais de 400 inscritos e 70 trabalhos apresentados.


A abertura, que aconteceu na manhã do dia 16, contou com a presença da jornalista Liana John, especializada em Ciências e Ecologia e editora-chefe da revista Terra da Gente. Ela apresentou a palestra com o tema: "Nosso Planeta: há solução? A busca pelo equilíbrio".

 A importância de ações individuais, de toda população, foi destacada por Liana, pois, segundo ela, estas contribuem imensamente para o meio ambiente. "Imagine cada um de nós apagando uma lâmpada e multiplique esse gesto por 6 bilhões de pessoas que habitam o planeta", afirmou Liana, apontando para a importância das pessoas tratarem o planeta como um todo. A abertura contou também com a participação do coral Sem Limites.

 Para completar o primeiro dia de atividades do Congrema, houve uma mesa-redonda sobre "Desenvolvimento socioambiental", em que foram apresentados alguns pontos para o desenvolvimento sustentável.

 Simultaneamente ao Congrema, aconteceu o Congrema Junior, voltado aos alunos dos ensinos fundamental e médio, com o objetivo de conscientizar sobre a importância do meio ambiente desde a infância.

 O segundo dia do evento teve início com apresentações e trabalhos do Congrema Junior, plantio de árvores e outros eventos relacionados ao tema "Nosso Planeta, há solução?". Integrantes da Incubadora de Talentos do Isca e do coral realizaram uma apresentação musical e, em seguida, foram projetados vídeos sobre meio ambiente.

 No período da tarde, as atividades continuaram com as apresentações dos pôsteres e oficinas, além do plantio de árvores. Paralelamente, houve uma exposição de trabalhos com atividades do ensino fundamental e de maquetes e painéis com literatura de cordel, todos com o tema da Unesco: "Ano Internacional do Planeta Terra". Ao final do dia de atividades, houve a segunda mesa-redonda da semana, com o tema "Gestão Ambiental". A terceira mesa-redonda aconteceu no dia 18, com o tema "Recursos Hídricos".

 O encerramento, no dia 19, contou com a presença da geógrafa Maria de Lourdes Rocha Freire, coordenadora de Educação Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, representando o secretário da pasta, Francisco Graziano Neto. Malu, como é chamada, ressaltou que a educação ambiental é fundamental. "Nós estruturamos e fazemos um amplo trabalho, de muita importância para futuro", afirmou.

 O presidente da comissão organizadora do IV Congrema, Dirceu Brasil Vieira, o vice diretor-presidente da Alie, Cláudio Zalaf, representando o diretor presidente Luiz Renato Ragazzo Machado Gomes, a diretora-geral do Isca Faculdades, Rosely Berwerth Pereira, a diretora do Colégio Acadêmico, Maria Cristina de Campos Gonçalves, o secretário municipal de Meio Ambiente, André Pelegrini e a coordenadora da Educação Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Maria de Lourdes Rocha Freire, oficializaram o encerramento do evento.

 Vieira avaliou positivamente os resultados. "Acredito que atingimos os objetivos. As mesas-redondas funcionaram bem, com a discussão dos assuntos por todos os pontos de vista. Tivemos bons resultados também nos minicursos, o que nos deixa contentes", afirma. "Nosso objetivo, agora, é realizar o V Congrema, em 2010", finalizou Vieira.

 Antes de cerimônia de encerramento, foi plantada uma árvore de abacate manteiga no campus da instituição, simbolizando os "frutos" do evento, que serão colhidos no futuro. Após o encerramento, todos os participantes receberam mudas de ipê ou manacá, fornecidas pela empresa Ripack.

* Aluna do 4º semestre de jornalismo

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Universitários tentam conciliar trabalho e estudo

Tamires Gonçalves e Ivan Costa *

Muitos estudantes deixam de aproveitar todas as ferramentas que o curso universitário oferece porque têm que trabalhar. A publicitária Vanessa Fernandes acredita que poderia ter participado de projetos científicos, estudado mais e aproveitado as possibilidades de aprendizagem que o curso disponibilizava, mas a falta de tempo a obrigava, muitas vezes, a estudar durante a madrugada para acompanhar o ritmo dos demais alunos.

Os universitários que trabalham e estudam se queixam principalmente do relógio. O tempo é raro para eles e muitas vezes precisam deixar a faculdade em segundo plano para se dedicarem ao trabalho ou estágio. Em contrapartida, Ricardo Lopez, 20 anos, estudante do curso de Negócios Internacionais, faz estágio e recebe apoio na empresa para concluir os estudos. "Em ocasiões de pouco trabalho, meus superiores me liberam para realizar pesquisas e estudar para eventuais avaliações", explica Lopez.

 Por outro lado, em muitas empresas, a preocupação é de que o funcionário não consiga se concentrar totalmente no trabalho, principalmente em época de provas.

 Para Rodrigo Piscitelli, professor do curso de Jornalismo do ISCA Faculdades, o fato de alguns alunos trabalharem influencia no desenvolvimento acadêmico, pois muitas vezes os universitários chegam atrasados, não lêem textos sugeridos, ou seja, não se preparam para as aulas e não aproveitam completamente as ferramentas que o curso oferece.

* Alunos do 4º semestre de jornalismo

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Reciclagem: opção na geração de renda

Paloma Prates *

A preocupação com a preservação do meio ambiente gerou, em Limeira, a campanha Reciclagem Solidária, que trouxe para muitos moradores da cidade uma opção de geração de renda.


A campanha tem como objetivo incluir a população carente no processo produtivo, visando, por meio da geração de renda e trabalho, estabelecer desenvolvimento sócio-econômico e ambiental sustentável para o município.

 O lixo é um dos responsáveis pela degradação do meio ambiente e o seu acúmulo contribui para a contaminação do solo e do ar.

 A reciclagem é uma alternativa para diminuir esse problema. Ela ajuda a manter limpa a cidade, contribui para o aumento da vida útil do aterro sanitário e colabora para a sobrevivência de muitos animais.

Para a maioria da população que trabalha nesse ramo, a reciclagem é o único meio de sustento. É o caso de Maria Rosa Silva Santos, 46 anos, que trabalha com recicláveis há três. Ela ganha, em média, R$ 250 por mês. "Não sou aposentada. Se não fosse a reciclagem, não teria como sobreviver", relata.


Todos os coletores são cadastrados no Centro de Promoção Social Municipal (Ceprosom), onde recebem acompanhamento social e orientações para atuarem nessa área. Eles recebem também uniformes e carrinhos identificados da prefeitura e salário correspondente ao que recolhem.

Conscientização

O apoio de toda a população é muito importante para a eficácia do trabalho. A coletora Raquel Carmem Boriolo, de 45 anos, trabalha com reciclagem há seis meses e reclama da falta de colaboração dos moradores. "Nós temos muito trabalho para separar o lixo. Os materiais recicláveis ficam misturados junto com comida. Aproveito para pedir que todos nos ajudem com a separação do lixo", fala.

O projeto não oferece apenas geração de renda, os coletores recebem, também, orientações sobre a importância do trabalho que realizam.

"O trabalho de conscientização que eles recebem faz com que percebam que são agentes sociais e que, além de uma opção de renda, a coleta de materiais recicláveis contribui muito para o meio ambiente", diz a presidente do Ceprosom, Silvana Bortolin Nóbrega. 

Confira o preço médio por quilo de cada material:


Pet: R$ 0,60

Ferro: R$ 0,25

Metal: R$ 5,00

Plástico: R$ 0,30

Papelão: R$ 0,18

Sacolas plásticas: R$ 0,30

Alumínio: R$ 3,00

Cobre: R$8,00

* Aluna do 8º semestre de jornalismo

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Aumento de veículos pode afetar meio ambiente

Denis Martins *

Com a melhora na economia nacional, o fluxo de veículos aumenta cada vez mais nas cidades que acompanham este desenvolvimento.


Longos prazos para pagamentos, facilidades de compra e, principalmente, a necessidade de chegar ao destino com mais rapidez estimulam o aumento no número de veículos automotores no país.


Em Limeira, este aumento aconteceu de forma extraordinária. Dados informados pela secretaria de trânsito mostram que no ano de 1997 havia cerca de 80 mil veículos. Em janeiro de 2007, dez anos depois, este número aumentou para 146.621 unidades. 

A mesma pesquisa apontou que, em janeiro de 2008, o número de veículos atingiu a incrível marca de 161.119 unidades, ou seja, um veículo para cada 1,7 habitante.

Este aumento tem causado problemas não só para a estrutura física da cidade, mas, principalmente, para o meio ambiente.

O professor e coordenador do curso de Engenharia Ambiental do Isca Faculdades, Dirceu Brasil Vieira, aponta alguns males que este aumento pode causar ao meio ambiente. 

De acordo com Vieira, a atmosfera é constituída por milhares de compostos naturais, ou seja, sem alteração, como por exemplo, o oxigênio. A poluição causada, principalmente, pela liberação de gases poluentes encontrados na fumaça de veículos altera estes compostos naturais e criam, por exemplo, os artificiais monóxido de carbono, enxofre e outros.

Um dos problemas que estas alterações na atmosfera podem causar é a chuva ácida. Constituída de ácido sulfúrico, ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.

Outro grande problema que pode ocorrer devido à poluição da fumaça dos veículos é quando acontece a inversão térmica. Para entender o fenômeno, é preciso ter em mente o seguinte: o ar quente, menos denso e mais leve, tende a subir e o ar frio, mais denso e pesado, tende a descer.

Quando ocorre a inversão térmica, os poluentes, que normalmente iriam se dispersar acompanhando o ar quente liberado na terra, ficam presos. Assim, a temperatura cai e os poluentes, que normalmente são "levados" pelo ar quente, acabam retidos na camada mais baixa da atmosfera.

Estes são apenas alguns dos problemas que a poluição dos automóveis causa. Há também as conseqüências indiretas, como descartes incorretos de pneus e peças mecânicas, aumento na produção de petróleo e outros.

Em Limeira, a empresa Mastra, que fabrica escapamentos automotivos, realizou, no ano passado, palestras e concursos que alertavam para as causas do aquecimento global, da poluição atmosférica, do efeito estufa, as conseqüências que estes acontecimentos podem causar ao planeta e o que cada um pode fazer para mudar essa realidade. 

Foram realizadas cerca de 150 palestras, com mais de 12 mil alunos, de todas as idades, atendidos gratuitamente. O diretor e presidente da empresa, Everaldo Sajioro Jr., diz que estas ações despertam sempre a consciência da comunidade e o respeito à saúde e ao meio ambiente.

A melhor forma de se tentar amenizar este aumento é estimular as pessoas sobre o uso de outros meios de transportes como bicicletas, ônibus circulares ou até mesmo andar a pé.


* Aluno do 8º semestre de jornalismo 

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Limeira tem uma árvore para cada 3 habitantes

Márcia Lucato *

Limeira tem cerca de 80 mil árvores na zona urbana, o equivalente a uma árvore para cada três habitantes. Conforme Dados da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente, esse índice mantém Limeira como uma cidade bem arborizada, "sendo considerada ainda como uma das mais verdes do Estado".


Segundo o secretário da pasta, André Pelegrini, a Organização das Nações Unidas (ONU) recomenda 12 metros quadrados por habitante. 

Entre a variedade de espécies espalhadas pela cidade estão: murta, bauínia, sibipiruna, paus-ferro, resedá queresmeira, melaleuca e ipê de jardim.

Entre os locais mais arborizados na cidade estão: Horto Florestal, Zoológico, Praça Toledo Barros, Praça do Museu, Avenida Saudades (uma das únicas avenidas que suporta árvores de grande porte), Hípica Municipal, sede da Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente, Parque Ecológico, que fica entre os bairros Cecap e Parque Nações, proximidades do Portal das Rosas e do Jardim Graminha.

Existem locais, como nas imediações do Jardim Montezuma, que é descampado, mas, mesmo assim, é considerado área verde. É uma área verde em degradação, mas, por incrível que pareça, mato também é considerado área verde.

Em relação ao meio ambiente, locais com mato são importantes por causa da possibilidade de infiltração de água, que colaboram para o abastecimento do lençol freático, mas não existe o processo de fotosíntese.

Na opinião do secretário, as áreas verdes que não compõem flora rica precisam ser recompostas para que Limeira possa realmente ser considerada uma cidade exemplar de arborização. 

"Mesmo assim, 80 mil árvores é um número muito bom". O secretário adiantou que, em menos de 60 dias, será concluído um novo estudo sobre a quantidade exata de árvores em Limeira.

População

Um grande problema que o secretário tem observado é que a população 'adora ver' árvores grandes, principalmente as que fazem bastante sombra, mas, conviver com elas, são poucos os que gostam.

"O ideal mesmo seria que todos se conscientizassem que árvores geram alguns problemas, mas que são muito pequenos perto dos benefícios que proporcionam".

O telefone 156 da Prefeitura é uma prova. Algumas vezes, o secretário passa pelo setor para verificar as reclamações correspondentes à sua secretaria e as principais são: raiz de árvore quebrando calçada, rachando muro e entrando em casa.

Mas, após a vistoria do engenheiro do Departamento de Áreas Verdes, o laudo: árvore em bom estado de conservação.

Mesmo assim, algumas vezes, outros técnicos voltam para o local e é constatado certo exagero. "As pessoas simplesmente querem que a árvore seja cortada, às vezes, por sujarem a frente das casas. Podem ter certeza que, quando for realmente necessário, a árvore será retirada, mas dentro dos critérios".

Segundo Pelegrini, sabe-se que existem pessoas que retiram a árvore e depois se arrependem. Outras matam a planta com veneno ou outras técnicas. "Essas pessoas só não têm noção que esse é também um crime ambiental e, quem for flagrado, está sujeito às sanções da lei".


Um outro problema é quando o morador planta uma muda sem orientação que, depois que cresce causa problemas desagradáveis.

"Depois começam a ligar para a Prefeitura dar um jeito". Contudo, Pelegrini coloca a Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente para qualquer dúvida e, sobretudo, orientações. O Departamento de Áreas Verdes também dispõe de viveiros de mudas. 

Mais informações pelo telefone 3451-7309.

* Aluna do 8º semestre de jornalismo

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Consciência ambiental chega às empresas

Priscilla Prates *

A preocupação com a água é um tema cada vez mais discutido. Afinal, para cada litro de água utilizado, outros dez mil são poluídos. Mesmo em países como o Brasil, que detém quase 12% de toda água doce do planeta, a escassez está presente em muitas regiões.


Segundo a ONU (Organizações das Nações Unidas) pouco mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo já não têm acesso a água limpa suficiente para suprir suas necessidades básicas diárias.

Diante deste quadro, muitas empresas estão cada vez mais conscientes e preocupadas com os problemas relacionados ao meio ambiente.

Dono de uma pequena empresa em Limeira, a Limpágua, Domingos Inocêncio, criou uma máquina que chamou de reciclador ecológico. O equipamento é destinado a oficinas mecânicas, centros automotivos e indústrias, a fim de separar a água da graxa e do óleo, além de impurezas como terra e areia, tornado-a adequada para o reuso.

"Sempre me preocupei com o meio ambiente e descobri que as empresas encontravam dificuldade na hora de separar a água da graxa e do óleo, e impurezas. Por isso, resolvi desenvolver essa máquina, que torna a água apropriada para o reuso ou para ser devolvida ao meio ambiente", conta Inocêncio.

Limpeza

O reciclador ecológico não utiliza nenhum tipo de produto químico, filtro ou energia elétrica. Ele possui câmaras fabricadas em fibra de vidro, evitando qualquer tipo de desgaste. Seu sistema de funcionamento é feito por meio de pesos, tornando o processo contínuo o mais econômico possível.

Além de economizar reutilizando a água e utilizar menor quantidade de produtos para limpeza, o reciclador não polui os lençóis freáticos. "A economia pode chegar até a 80%, explica o fabricante".

A máquina que custa em média, R$ 2 mil, tem como objetivo trabalhar na prevenção de danos ambientais, pois evita problemas nas redes e nos tratamentos de esgoto. Além do mais, o equipamento é de fácil instalação, operação e limpeza.

Economia

O reciclador atende a normas e parâmetros da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental). Inocêncio explica que, em um teste, onde em um afluente inicial era 3.590 miligramas de graxas e óleos a cada litro de água descartado (mg/l), o reciclador reduziu para 54 mg/l no efluente de saída, sendo que a norma máxima estabelecida pela legislação é de até 150 mg/l.

Segundo o fabricante, o interesse de empresas pelo reciclador tem aumentado. "Mais de 50 empresas de Limeira e região já adquiriram o reciclador. Tenho clientes de diversas áreas, desde donos de oficinas mecânicas a de lavadoras de carros".

Inocêncio conta que sua empresa também desenvolveu a recicladora ecológica móvel, banheiro criado com o objetivo de atender o trabalhador nas áreas rurais e onde existir aglomeração de pessoas, estando o local descoberto da rede de esgoto. "Nossa preocupação inclui, ainda, a relação entre as empresas e os colaboradores", diz.

* Aluna do 8º semestre de jornalismo

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A natureza pede consciência do homem

Lucas Claro *

O vento frio faz com que as belas árvores realizem um verdadeiro balé, em um movimento encantador de galhos e folhas. No jardim Barão de Limeira, é possível observar como a natureza foi generosa com o bairro, propiciando-lhe uma linda paisagem. Pássaros, borboletas, muitas árvores e flores fazem parte do local.

O singelo ato de contemplar a magnitude da natureza é abruptamente interrompido pela força do homem. Uma força que a natureza não consegue vencer. A falta de consciência é daquele que deveria protegê-la, o próprio ser humano.

A pequenina borboleta, com as cores fortemente definidas em tons de vermelho e preto, voa entre as flores e restos de comida, garrafas plásticas, de uísque, papéis e muito entulho.

O pavoroso contraste parece ser sentido pelo inseto holometábolo, ou seja, que passa por inúmeras transformações durante a fase da vida. Talvez a mais aterrorizante das transformações é saber que o homem está destruindo a seu habitat natural.

Esse é o cenário de algumas ruas do bairro de classe média, Barão de Limeira, que leva, no sobrenome, o nome da cidade. Ele fica em uma área de preservação permanente próximo a uma nascente.

O biólogo da secretaria de meio ambiente de Limeira, Rogério Mesquita, cabelos penteados e com gel, óculos redondos e roupa social, olha o cenário e, descrente, movimenta a cabeça em sinal de reprovação. Ao vê-lo assim, indago:

"Qual a sensação, para você, como um biólogo, ver tudo isso? Existe algum trabalho de educação ambiental na cidade para que isso não aconteça?"

De prontidão ele responde:

"Fico muito chateado, isso é uma situação gritante. Isso é um recurso natural esgotável. Por falta de educação, as pessoas estão destruindo a natureza. É inaceitável. A cidade possui 100% de cobertura de lixo, e, agora, estamos com trabalhos em 18 eco-pontos da cidade. Mas, por mais que tentamos orientar, sempre existem pessoas que fazem isso, acabam com a natureza", explicou o biólogo.

Os eco-pontos são locais distribuídos nos bairros de Limeira que servem para a população levar materiais descartáveis, ou ainda, pneus ou entulho, por exemplo. 

Aproxima-se das nove da manhã. Os raios do sol brilham com maior intensidade, o que faz elevar a sensação térmica. Cerca de 20 metros à frente, do lado esquerdo da calçada, está Antônio Oliveira, aposentado de 61 anos. De chinelo, bermuda azul marinho e camiseta branca com a frase em inglês: Life Love (amo a vida, em português), o aposentado de pele morena clara e calvo, faz jus à escrita que está na camisa na altura do peito.

De forma organizada, ele coloca o lixo da casa na lixeira. Ao abordá-lo, questiono a respeito da indisciplina de muitas pessoas que jogam lixo em áreas de preservação do meio ambiente como acontece próximo a casa dele.

Aborrecido seu Antônio fala que as pessoas que fazem isso provavelmente são de outros bairros. Com o olhar distante, observando a sujeira nas proximidades de sua residência, o aposentado não resiste e comenta:

"As pessoas deveriam amar mais a natureza e, assim, preservar o meio ambiente. E, se gostam de imundice, deveriam fazer dentro da casa delas", exaltado, reclamou.

O aposentado ainda agradeceu o incentivo da reportagem em divulgar a situação do bairro, que, segundo ele, é lamentável.

Após a conversa com o morador, caminho com o biólogo por mais alguns metros e mais sujeira. Rogério Mesquita, ao se deparar com a situação, reclama: "Mais sujeira. É preciso escalar um pessoal para limpar tudo isso. É uma falta de consciência absurda".

Voltamos para carro e, no caminho para secretaria de meio ambiente, o biólogo vai mostrando diversos lugares que muitas pessoas jogam entulhos e lixo. 

Segundo ele, é preciso um trabalho de conscientização muito grande para que as pessoas preservem aquilo que é de total interesse delas e de suas gerações futuras. 

Segundo informações da coordenação do aterro sanitário de Limeira, a cidade produz 150 toneladas de lixo ao dia, o que corresponde a 0,55 tonelada por habitante ao dia.

Limeira possui, ainda, coleta em 100% da cidade, todos os dias na região central e dias alternados nos bairros. A antiga capital nacional da laranja, que hoje atrai os olhos para os folheados, possui ainda uma cooperativa de lixo e um aterro sanitário, que, esse ano, teve a prorrogação por mais dois anos, até a implantação do novo aterro.

Ao analisar a situação da cidade, fica evidente que o cidadão limeirense não tem necessidade de despejar lixo e resíduos domésticos em áreas de preservação permanente.

Para essas pessoas faltam disciplina e educação. Recordo-me do poema de Manoel Bandeira, o bicho que compara o homem a um ser inferior ao animal. Diz o poeta: "[...] O bicho não era um cão. Não era um gato. Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem".

Homem esse dotado de inteligência, mas que, com certeza, precisa utilizá-la antes que seja tarde de mais.

* Aluno do 8º semestre de jornalismo

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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Ginásio de Esportes de Cordeirópolis oferece aulas

Rebeca Barbosa *

No ginásio municipal de esportes, em Cordeirópolis, acontecem as aulas de alongamento, todas as terças-feiras, no período da manhã, para quem quiser participar. Para quem já freqüenta musculação, as aulas são gratuitas, os demais pagam R$ 5 por mês.

O curso existe há um ano. Eliete Fassis, 48, freqüenta as aulas desde o início por recomendação médica. Ela conta que sentia dores fortes nas pernas e o alongamento ajudou a sentir-se mais leve. "Com a idade também é importante esse tipo de exercício", acrescenta Eliete.

Segundo a professora de Educação Física, Ariane Pacheco, 20, o alongamento é um exercício voltado para o aumento da flexibilidade muscular; promove o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem o seu comprimento. O principal efeito dos alongamentos é o aumento da flexibilidade, que é a maior amplitude de movimento possível de uma determinada articulação.

De acordo com Ariane, o alongamento é essencial para o aquecimento e relaxamento dos músculos e deve ser uma atividade incorporada ao exercício físico, mas também pode ser praticado sozinho. Qualquer pessoa pode aprender a fazer alongamentos, independentemente da idade e da flexibilidade. A professora Ariane ainda fala que o alongamento é fundamental para a qualidade de vida.


* Aluna do 4º semestre de Jornalismo do Isca

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Clubes da cidade pensam no futuro


Ítalo Ferreira e Lucas Navarro *

Internacional e Independente estão indo mal no futebol profissional, mas a duas equipes já pensam no futuro para, quem sabe, poder voltar à elite do futebol paulista.

O Independente Futebol Clube inaugurou, em novembro de 2007, a escola de futebol, para garotos de seis a 14 anos. As aulas ocorrem às segundas e quartas-feiras, das 8h às 10h e das 14h às 17h, no Clube do Independente, que se localiza na rua Professor Octaviano José Rodrigues, nº 1334. De terça e quinta-feira, as aulas são ministradas no campo dos funcionários, que fica na Avenida Sargento Pessoto, nº 885, nos mesmos horários. A escolinha tem como objetivo ensinar os conceitos básicos do esporte para os garotos. Ao completar a idade limite para a permanência na escola, o jogador pode ser posto nas categorias de base da equipe.

Para fazer parte desse time basta o garoto comparecer nos locais de treinamento e pagar uma taxa mensal de R$30. Caso a família não tenha condições para pagar e o menino tiver habilidade com a bola, ele ganha uma bolsa de estudo. A escolinha, atualmente, conta com cerca de 150 alunos, sendo que 20% deles têm bolsa.

Além dos treinamentos, a escolinha participa de alguns campeonatos. Entre os mais importantes estão Liga Municipal, Copa Metropolitana e Mundialitos. Para participar das competições, o garoto precisa ter bom rendimento escolar, caso contrário, a participação é vetada.

Os responsáveis pelas avaliações dos jogadores são Marcelo Gomes Amado e Luis Carlos Antonio. Além de instruir a equipe durante as competições, eles são responsáveis por verificar se os alunos têm condições de seguir para a equipe de base.


Internacional
A Inter iniciou a sua escolinha de futebol em janeiro de 2007, para garotos de sete a 15 anos. Os treinos da equipe ocorrem às terças e quintas-feiras e aos sábados, das 8h às 10h e das 14h às 17 h, no campo do Limeirinha, ao lado do Limeirão.

Os principais objetivos da escolinha são a formação de novos atletas para a equipe de base do clube e tirar os meninos das ruas. Ramile, Rodolfo e Anderson treinaram na escolinha e atualmente compõem a equipe Sub-20 da Internacional.

As principais competições que o time participa são Liga Limeirense e Copa Gazeta, conforme informa o treinador Gilcimar Wilson Francisco. "Para participar de competições fora da cidade, necessita-se de dinheiro e, atualmente, a situação está complicada".

A equipe é dividida em quatro categorias: Sub-9, Sub-11, Sub-13 e Sub-15. Para a criança interessada em treinar no clube, basta comparecer no local de treinamentos nos dias de treino. Não é cobrado nada para treinar, apenas uma taxa de R$10 para quem tiver condições de pagar. O dinheiro é utilizado para a compra de materiais esportivos.* Alunos do 4º semestre de Jornalismo do Isca

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ISCA coleta óleo para projeto de reciclagem

Luciana Ferreira Nagata *

Atualmente, uma das maiores discussões tem se formado em torno da questão ecológica. Os anos 2000 serão conhecidos como a década do meio ambiente. E uma das práticas maneiras de ajudar na diminuição da poluição é a coleta de óleo de cozinha usado. No campus do Isca Faculdades, em Limeira, funciona um ponto de coleta.


O óleo de cozinha é um dos produtos mais utilizados pela dona de casa. Após ser usado, ele é descartado, muitas vezes sendo despejado na pia da cozinha - o que é uma prática condenável, pois provoca entupimento das tubulações, aumentando em até 45% o custo de tratamento do esgoto, fora outros problemas. De dez litros de óleo que chegam ao esgoto, só 1,9% é tratado com sucesso, pois o óleo possui uma composição química muito densa e não dilui na água. Segundo a Sabesp (companhia de saneamento do Estado de São Paulo), cada litro de óleo de cozinha pode contaminar 20 mil litros de água.

E o estrago não pára por aí. Quando o esgoto não é tratado, o óleo é despejado em rios e mares, prejudicando a sobrevivência de peixes e algas. Pode também chegar ao solo e impermeabilizá-lo, colaborando para aumentar um problema: as enchentes. Depositá-lo em um aterro sanitário ou em um lixão também não é a solução, já que quando se decompõe o óleo libera gás metano e colabora para o efeito estufa.

Portanto, uma solução é reciclagem, que começa com a coleta do material. Existem muitos postos de coleta de óleo em Limeira. O Iscacomeçou a fazer parte dessa rede no ano passado, quando criou um projeto integrado com o PrestAlie  (Programa de Responsabilidade Socioambiental da Alie - Associação Limeirense de Educação, entidade mantenedora do Isca, Colégio Acadêmico e COC Vestibulares).

Após a coleta nos pontos e distribuição para ONGs e outros locais especializados, ocorre a reciclagem do material. Ela pode ser feita de duas maneiras: fazendo sabão em barra e alguns tipos de detergente ou mandando o óleo usado para o laboratório de uma empresa especializada, onde se tornará biodiesel.

Para fazer a doação, é necessário separar o óleo usado em garrafas do tipo pet e levá-las até o local das coletas. No total, são seis pontos de entrega, sendo quatro no campus (portaria de entrada, portaria de saída, educação infantil e cantina), além do COC Vestibulares (localizado na Rua Carlos Gomes, 1.014, no Centro) e no Núcleo de Práticas Jurídicas do Isca (localizado na Rua Santa Cruz, 885, Centro).

* Aluna do 4º semestre de jornalismo

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Turismo pedagógico inova métodos de ensino

Callebe Rabis Bueno *

Professores podem usar o turismo pedagógico para estimular o interesse dos alunos e reforçar o conteúdo. O método consiste em levar os estudantes a vivenciar na prática o que é ensinado na sala de aula.


Considerado recente no Brasil e bem conceituado por educadores, a união do lazer e o aprender é uma maneira extrovertida de ensino adotada por professores que acreditam que o contato direto com o que é visto em sala de aula dá aos alunos a possibilidade de unir os dois pólos pedagógicos - teoria e prática. Isso, segundo o professor de literatura e vice-diretor da escola EESG Professor Armando Bayeux Silva, Ricardo Barbosa de Castro, é a tarefa mais difícil, pois existe uma dificuldade grande do aluno em assimilar o teórico com o prático. E essa dificuldade é sanada por meio do turismo escolar.

A bióloga e professora Elbia Dovalle Pinheiro salienta a importância do aprendizado fora da sala de aula. "O turismo pedagógico é fundamental para os alunos terem contato direto com o que ministrado em classe. Além da complementação do que é discutido, a aprendizagem fora de sala influencia muito no interesse do aluno pela matéria", aponta. Ela, porém, lamenta haver um enorme o abandono do governo pelo projeto.

Os professores ouvidos pelo "Em Foco" concordam em alguns pontos. Para eles, a viagem turística com fins educacionais traz benefícios aos alunos e educadores, o interesse pela aula aumenta, facilita o entendimento sobre o assunto e a fixação do conteúdo é reforçada. No entanto, dizem os professores, o projeto deve ser planejado com seriedade, a organização geral e principalmente a pedagógica deve ser discutida com antecedência, elaborando a maneira com que a excursão vai ser trabalhada antes, durante e depois.

* Aluno do 4º semestre de Jornalismo do Isca

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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Curso de Geografia promove noite de observação


Fernanda Dias / Neliane *

O curso de Geografia do Isca Faculdades proporcionou, no dia 27 de agosto, aos alunos da instituição, uma noite de observação do céu, no espaço do Observatório do Morro Azul, localizado no teto do bloco I. Com um telescópio, foi possível ver o planeta Júpiter, com as suas quatro maiores luas. E a olho nu, observar e localizar a constelação de Escorpião, o centro da Via Láctea e aglomerado de estrelas.

O Observatório do Morro Azul é destinado à disciplina Ciência no Sistema Terra, do curso de Geografia. A idéia da noite de observação é tornar os encontros mensais para divulgar a Astronomia. "Se houver interesse dos alunos, iremos realizar saraus e fazer do observatório um novo espaço aos estudantes", diz Vladimir Oliveira, coordenador do curso.

 A noite no Observatório foi agitada e o público demonstrou entusiasmo. Segundo o professor de Antropologia, Israel Gonçalves, é normal eventos como este atrair a atenção das pessoas. "Essa curiosidade existe desde a Antigüidade. Na mitologia grega, por exemplo, diziam que a Via Láctea era o caminho de leite que Hera havia derramado pelo céu e daí surgiu o nome. Tanto que boa parte das constelações foram nomeadas por eles".

O planeta Júpiter está na constelação de Sagitário e na direção do Sol, por isso é possível observá-lo nesta época do ano. Talita de Souza, estudante de Direito, confessa que já tinha observado a lua pelo telescópio. "Gostei de ver Júpiter tanto quanto a lua. Essa iniciativa é bem legal, até para incentivar os alunos. Espero que aconteça mais vezes".

 * Alunas do 4º semestre de Jornalismo do Isca

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Mateus Novello é destaque do tênis regional

Ítalo Ferreira e Lucas Navarro *

O tênis é um esporte com pouca notoriedade no Brasil que ganhou um pouco de fama a partir do momento em que Gustavo Kuerten começou a fazer sucesso nas quadras mundo afora.

Mateus Novello Araújo, 13 anos, começou a praticar o esporte graças ao incentivo de sua mãe. Há dois anos, o atleta treina no Nosso Clube de Limeira com o treinador Messias Silva.

O garoto treina três horas semanais, além de ter condicionamento físico e acompanhamento de um psicólogo. Mateus participa das competições da Federação Paulista de Tênis na categoria 13MC. São, em média, 22 torneios por ano.

Entre os principais feitos alcançado em sua vida estão três vices campeonatos nos torneios: Liga Mogiana, São Carlense e Marcelo Tênis, todos alcançados nesse ano.

O jogador tem como inspiração o tenista suíço Roger Federer. Ele não sabe ainda se quer seguir carreira profissional no tênis, pois pensa em dedicar algum tempo a mais aos estudos.

O atleta não tem nenhuma ajuda de custo para participar das competições realizadas e afirma que o esporte no Brasil não faz muito sucesso, pois precisa de um pouco mais de atenção. Atualmente ele é o 9° colocado no ranking da Federação Paulista de Tênis.
* Alunos do 4º semestre de Jornalismo do ISCA

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Agita Galera aconteceu no último dia 28


Mariana Antonella dos Santos *


Na última quinta-feira, foi realizado, no Parque Cidade de Limeira, mais uma edição do "Agita Galera". A iniciativa do Governo do Estado, em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais, agradou o público que esteve presente. Atividades como ginástica aeróbica, aferição de pressão arterial e avaliação do IMC (Índice de Massa Corporal) estiveram à disposição dos freqüentadores do local. Coordenadores do evento estimavam receber entre 200 e 300 pessoas.

A comerciante, Adriana Bucke Leonarde, 45 anos, conta que freqüenta todos os dias o local. Ela faz caminhada e participa das aulas de aeróbica. "Gostei da iniciativa, achei ótima, propõe atividades diferentes para a população", e completa, "tem que ter sempre".

Segundo a enfermeira Vilma Schulz Carrasco, 45 anos, a atividade física melhora tanto o lado físico quanto o psicológico das pessoas. "O índice de estresse e depressão diminui, assim como as chances de desenvolver diabetes e hipertensão".

Outro benefício que o exercício físico regular pode trazer, combinado com uma alimentação balanceada, é a perda de peso. É o que afirma a doméstica, Adriana Ferreira Ramos, 25 anos. Ela conta que há alguns meses começou a freqüentar o local toda terça e quinta-feiras, para participar das aulas de aeróbica. "Como moro longe, só posso vir esses dias, mas em pouco tempo perdi 7 kg", conta.

O professor de ginástica, José Roberto Costa, 43 anos, revela que a Organização Mundial de Saúde recomenda meia hora de atividade física diária. "Com apenas 30 minutos de exercícios físicos, como caminhada, ginástica ou aeróbica, uma pessoa pode levar uma vida mais saudável e prevenir várias doenças como: cardiopatia, hipertensão e diabetes".


* Aluna do 4º semestre de Jornalismo do Isca

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